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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

INSTITUTO BIOMÉDICO

DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA

DISCIPLINA DE BACTERIOLOGIA

APOSTILA

DE


AULAS PRÁTICAS

- DISCIPLINA -

BACTERIOLOGIA

ORIENTADOR DIDÁTICO: PROFESSOR ALOYSIO CERQUEIRA




Roteiros de aulas Práticas


Material utilizado nas práticas

Técnicas e Processo de Assepsia

Microscopia
Meios de Cultura e Técnicas de Semeadura
Esterilização e Desinfecção
Diluição

Contagem de UFC viáveis

Obtenção de Cultura pura
Coloração Simples

Morfologia

Coloração de Gram
Identificação de Cocos Gram positivos
Provas Bioquímicas para Idenitifcação de Bacilos Gram Negativos
Teste de Sensibilidade a Antibióticos
Técnicas de Coloração

Coloração de Gram

Coloração de Zihel-Neelsen (BAAR)

Técnica Para Evidenciação de Espiroquetas

Método de Albert-Laybourn
Colimetria: Exame microbiológico da Água

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ASSUNTO:

- Material utilizado nas práticas de Bacteriologia.

- Técnica e Processos de Assepsia em Bacteriologia.

- Microscopia.
OBJETIVOS:

  1. Apresentar a vidraria e outros materiais de uso corrente em um laboratório de Microbiologia.

  2. Executar técnicas de preparo de material e montagem para esterilização.

  3. Treinar técnicas de distribuição asséptica.

  4. Evidenciar a existência de bactérias no ar, roupas, etc.

  5. Explanação sobre o microscópio.


MATERIAL:


  • Vidrarias.

  • Outros materiais de uso em um laboratório de Microbiologia.

  • Água peptonada.

  • Placas de Petri com Agar simples.

  • Pipetas e tubos de ensaio estéreis.

  • Papel, barbante, algodão cardado, gaze.


PRÁTICA PARA EXECUTAR:
a. Apresentação da vidraria e outros objetos de uso freqüente nos laboratórios de Microbiologia.

b. Demonstração, pelo professor, de uma cadeia de assepsia nos trabalhos microbiológicos.

c. Cada grupo de alunos treinar, com água peptonada, as técnicas de distribuição asséptica, usando pipetas. Deixar os tubos em temperatura ambiente por no mínimo 48 horas.

d. Expor placas de Agar simples (1 por grupo) ao ar por diferentes espaços de tempo. Deixar à temperatura ambiente o mínimo de 48 horas.

e. Evidenciar bactérias da pele, roupa, bancada em meio Agar simples.

f. Montagem de vários materiais (tubos, placas, pipetas) para esterilização.

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ASSUNTO:

- Meios de Cultura

- Técnicas de Semeadura
OBJETIVOS:


  1. Explanação sobre os principais meios de cultura empregados em laboratórios de Microbiologia

  2. Identificação das técnicas de semeadura mais empregadas na rotina bacteriológica

  3. Cultivo de bactérias com finalidade de obtenção de cultura pura, ou seja, uma população onde todas as bactérias se originam de uma única célula bacteriana.


MATERIAL:


  • tubos de ensaio com caldo simples, Agar simples e Agar semi-sólido.

  • Placas de Petri com Agar simples.

  • Culturas bacterianas em caldo simples, Agar simples (em placa de Petri).

  • Alça e agulha de platina.


PRÁTICA PARA EXECUTAR:
Definir meio de cultura, cultivo e condições necessárias ao crescimento de microorganismos (pH, pressão osmótica, temperatura de incubação, etc.).

Classificação dos meios de cultura quanto a origem, estado físico, força seletiva.

Seqüência da preparação dos meios.

TÉCNICAS DE SEMEADURA MAIS EMPREGADAS NA ROTINA

I- Semeadura em meios sólidos


A. Meio Inclinado
 Em estria sinuosa: semear com alça de platina, em ziguezague, partindo da base para a extremidade da superfície inclinada do meio

Este tipo de semeadura permite a obtenção de melhor massa de microorganismos.


 Em estria reta: semear co agulha de platina, em estria reta, partindo da base para a extremidade da superfície inclinada do meio, ou em profundidade e superfície.

Este tipo de semeadura é utilizada em provas bioquímicas para identificação bacteriana.


B. Meios em pé (camada alta)
 Em picada: com agulha de platina fazer o inoculo penetrar de 0,5 a 1,0 cm no centro do meio de cultura.

Este tipo de semeadura é bastante utilizado para conservação de bactérias no meio de cultura e quando o meio utilizado é semi-sólido, esta semeadura é utilizada para a verificação da motilidade.


C. Em Placa de Petri:
C.1. Em superfície

 Estrias múltiplas ou esgotamento: fazer o inoculo em um ponto da superfície do meio, flambar a alça, deixar esfriar e daí semear em ziguezague em toda a superfície do meio.

Este tipo de semeadura é empregado para o isolamento bacteriano, obtenção de u.f.c. isoladas.

Denomina-se técnica se esgotamento.


 Por distensão: com pipeta, colocar no centro da superfície do meio 0,1 mL da suspensão e espalhar uniformemente com swab ou alça de Drigalski.

Com swab, obteremos crescimento confluente. Com alça de Drigalski, utilizamos para contagem.

Utiliza-se este tipo de inoculação para realização de determinados testes, como por exemplo o antibiograma.
C.2. Em profundidade ou disseminação.

 Pour plate: depositar na placa de Petri 0,1/ 1,0 mL da suspensão bacteriana. Adicionar 10 mL do meio fundido em tubo de ensaio e resfriado a 45-50º C. Homogeneizar com movimentos giratórios da placa sobre uma superfície plana.

Utilizado, para isolamento, contagem e identificação bacteriana, conforme o meio de cultura utilizado.
D. Repique por pescaria: colônia em placa de Petri retirada através de uma agulha para um meio de cultura líquido ou sólido

Método empregado para isolamento bacteriano.


II. Semeadura em meios líquidos

 Difusão: com alça de platina ou pipeta, introduzir o inoculo (  0,1 mL) na massa do meio. Este tipo de semeadura é empregada para obtenção do crescimento bacteriano. É um repique normal.


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ASSUNTO:

- Esterilização e Desinfecção

- Ação dos Agentes Físicos e Químicos sobre as Bactérias
Objetivos:
1. Verificar a eficiência de agente químico sobre as bactérias

2. Verificar a eficiência de agente físico sobre as bactérias


Material:
- Placas de Petri com agar simples ou caldo simples

- Culturas de E. coli e Bacillus sp

- Soluções antissépticas

- Gaze


- Tripé, tela de amianto e panela



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