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    1. Projeto de Drenagem


4.4.1 Generalidades
O projeto de drenagem tem como objetivo dimensionar as obras de drenagem Superficial, Subterrânea, obras de arte correntes e especiais.
4.4.1.1 Descargas de projeto
As obras de drenagem necessitam para o seu dimensionamento hidráulico, da predeterminação das vazões máximas prováveis que as solicitarão dentro de certo período denominado tempo de recorrência, ou seja, as descargas de projeto.
- BACIAS COM ÁREA IGUAL OU INFERIOR A 10 km²
O dimensionamento hidráulico das galerias de drenagem e linhas d’água foi feito utilizando-se o Método Racional, com a Equação da Continuidade, sendo que a análise da seção de vazão é feita pela formula de MANNING, determinando-se a descarga máxima, sendo a área da bacia crítica de 0,18 km²:
A descarga de projeto foi determinada pela “Formula Racional” que tem o seguinte aspecto:
Q = 0,278 x C x I x A
Q = 0,278 x 0,25 x 90 x 0,18
Q = 1,13 m³/s
onde:

Q = Descarga de projeto, em m³/s.

C = Coeficiente de escoamento, adimensional – Run-off

I = Intensidade de chuva para um tempo de duração igual ao tempo de concentração, em mm/h

A = Área da Bacia de Contribuição, em km².
Das equações de continuidade e de Manning, obtêm-se:



Foram adotadas galerias de diâmetro de 0,40m.


A obra de drenagem projetada é a seguinte:


  • Bueiro

A finalidade do dimensionamento das obras de drenagem é disciplinar o escoamento superficial, promovendo a destinação adequada às águas de chuva.


A metodologia adotada no dimensionamento obedeceu a seguinte orientação:


  • Determinação, para as condições locais (hidrológicas e topográficas), dos materiais a empregar.

  • Determinação para as mesmas condições citadas anteriormente das seções tipo a serem utilizadas.

  • Determinação da capacidade máxima desta seção tipo.

  • Determinação da rampa mínima, a partir da qual é necessário o revestimento da sarjeta, com o fim de eliminar os riscos de erosão.

  • Determinação do comprimento crítico de transbordamento para as sarjetas e valetas.

Para a obtenção destes elementos importantes para o dimensionamento, levaram-se em conta as velocidades iniciais de erosão para seções retilíneas e escoamento uniforme recomendadas pelo U.S. Bureau of Reclamation de acordo com o tipo de solo, as velocidades máximas admitidas de acordo com o tipo de revestimento para as sarjetas, e, declividades mínimas longitudinais a serem consideradas e que assegurem o escoamento.




5.

Orçamento



6.

Demonstrativo das Quantidades



7.

Especificações Técnicas











1.TERRAPLENAGEM


    1. Limpeza do Terreno

A limpeza consistirá na remoção da cobertura vegetal e da camada do solo orgânico numa profundidade de até 0,20m, nos locais dos empréstimos e em cada largura da faixa de construção, indicada no projeto ou estabelecida pela fiscalização.


O material proveniente da limpeza poderá ser removido para locais de áreas verdes, queimado ou ter outra destinação, a critério da fiscalização.
A camada de solo orgânico removida poderá, a critério da fiscalização, ser conservada em separado para posterior utilização na gramagem dos taludes dos aterros.
A critério da fiscalização poderá ser realizada a remoção dos solos orgânicos em profundidade superior a 0,20m.
Esta operação poderá ser realizada em três etapas:
Desmatamento
É a operação que consiste na derrubada de árvores com diâmetro superior a 0,15m e será concluída quando for retirada ou expurgada toda vegetação da área que poderá ser queimada, a critério da fiscalização.
Destocamento
O destocamento consistirá na remoção dos tocos e raízes, até a profundidade de 0,60m abaixo do terreno natural e será executado nos locais de empréstimos e em toda faixa de construção indicada no projeto ou estabelecida pela fiscalização.
Bota-fora
Consiste na retirada do expurgo ou material imprestável, seja vegetal ou orgânico , queima dos tocos, raízes e arbustos e seleção de toda madeira com diâmetro superior a 0,15m.
Cortes
A execução de cortes compreenderá a escavação e remoção do material dentro dos limites da faixa de construção de acordo com o alinhamento, greide e seção transversal estabelecidos no projeto.
O material escavado dos cortes será aplicado na execução dos aterros e a sua distribuição será feita de acordo com o diagrama de transportes aprovado pela fiscalização.
A execução de bota-fora somente será feito com ordem expressa da Fiscalização que fixará inclusive a sua fiscalização.
Obs: Preferencialmente o bota-fora será utilizado para reduzir a inclinação do talude do aterro, ou alargamento da plataforma, quando isso for possível.
Se durante a execução de cortes for localizado material que possa ter aplicação especial poderá o mesmo, a critério da fiscalização, ser estocado ou separado para aplicação oportunamente em local adequado.
Ao longo da rua, os cortes em rochas ou material que não apresentar boa qualidade de suporte serão escavados no mínimo 0,30m abaixo do corte da cota do greide de projeto e reaterrados com material selecionado. Ficará a critério da fiscalização a fixação do rebaixo para cada caso específico.
Os taludes dos cortes terão a inclinação indicada no projeto e serão cuidadosamente acabados
Os taludes de corte em rocha variarão com a natureza e o seu grau de decomposição, a critério da fiscalização
Cuidados especiais serão tomados para a remoção de blocos soltos ou fraturados que possam no futuro precipitar-se sobre a área onde serão construídas as habitações. Não será permitido o depósito de blocos numa faixa de 2,0m de largura ao longo da crista dos cortes.
Na execução dos cortes utilizando escavação mecanizada, deverão ser utilizados os seguintes equipamentos rodoviários:


  1. Escavação em jazida;

- Trator de esteira com lamina.

- Carregadeira frontal.


b) Escavação de terreno para edificações, construções, etc.

- Trator de esteira;

- Moto niveladora;

- Carregadeira frontal

- Retro – escavadeira;
c) Escavação em terreno moles

- Trator de esteira, quando possível;

- Retro- escavadeira;

- Escavadeira com Dragline.


Os materiais de escavação dividem-se em três categorias.
Materiais de Primeira Categoria
Compreendem solos em geral, residual ou sedimentar, piçarra, rocha em adiantado estado de decomposição, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior a 0,15m, qualquer que seja o teor de umidade que apresentem, compatíveis com a utilização de “ Bulldozer”, “scraper” rebocado ou motorizado.
Materiais de Segunda Categoria
Compreendem os materiais com resistência ao desmonte mecânico equivalente a da rocha não alterada, cuja extração se processe por combinação de métodos que obriguem a utilização do maior equipamento de escarificação exigido contratualmente. A extração eventualmente poderá envolver o uso de explosivos ou processos manuais adequados. Estão incluídos nessa classificação os blocos de rocha de volume inferior a 2,00m3 e os macacões ou pedras de diâmetros médios compreendidos entre 0,15m e 1,00m
Materiais de Terceira Categoria
Compreendem os materiais com resistência ao desmonte mecânico equivalente a de rocha não alterada e blocos de rochas com diâmetro médio superior a 1,00m ou de volume igual ou superior a 2,00m3 cuja extração e redução, a fim de possibilitar o carregamento, se processem somente com emprego contínuo de explosivos.
Durante as escavações faz-se necessário observar a manutenção dos taludes, devendo haver coerência entre a inclinação e o material de talude, através da classificação HRB, ou seja;
Solos A-1 e A-2, inclinação 1:2 (50%) – revestir

Solos A-3 (areia) não podem ser executados

Solos A – 4 e A- 5, inclinação 1:1 ( 100%), proteger com grama e valeta

Solos A – 6 e A – 7, inclinação 2:3 ( 66%), proteger com grama e valetas

Esta tabela só é aplicada quando o material for homogêneo. Quando houver heterogeneidade a firma deverá fazer ensaios e estudos prevendo uma solução de estabilidade de talude e apresentando à fiscalização esta solução, para aprovação e previsão de recursos.
Fica obrigatório o uso de topografia antes de quaisquer escavações com volume superior a 50.000m3. A escavação em terreno de solo mole poderá exigir que sejam abertos canais para facilitar a drenagem, caso exista água em abundância, sendo necessário para isto ter-se o levantamento topográfico da região para se poder traçar a localização exata dos canais.
O material escavado poderá ou não ser aproveitado como adubo orgânico no plantio de gramíneas, devendo a fiscalização determinar a localização do bota-fora ou do pátio de estocagem.
Obs: Poderá estar incluso na operação de carga do material, que consiste na colocação deste para unidade transportadora.
A operação de escavação só estará completa com a retirada do excedente de material ou aplicação do mesmo em outra atividade.
No processo de escavação com uso múltiplo de trator de esteira, moto scrapers não haverá alteração nos preços.
Na operação de escavação e carga poderá ser utilizado também um ou mais equipamentos, não implicando na alteração dos preços.

1.2 Regularização dos Taludes
As superfícies dos taludes deverão apresentar-se planas, sem ressaltos, nem cavidades. Os ressaltos que subsistirem, se forem terrosos, deverão ser raspados, com enxadões ou outro equipamento apropriado. Quando rochosos, deverão ser reduzidos até formarem uma superfície plana. Os sulcos de erosão provocados pelas águas pluviais deverão ser preenchidos com solo cimento e compactados com soquete.
Não será permitida a presença de blocos de rocha nos taludes, que possam colocar em risco a segurança das edificações e infra-estrutura urbana.


    1. Aterro

A execução dos aterros compreenderá a homogeneização dos materiais provenientes dos cortes e empréstimos. Sua aeração ou umedecimento e sua compactação, em obediência as especificações e aos alinhamentos, “greide” e seção transversal do projeto.


A fiscalização deverá determinar as providencias a serem adotadas quando for constatada a insuficiência de capacidade de suporte para o aterro ou necessidade de drenagem prévia.
Preparada a superfície do terreno do aterro, será o mesmo executado em camadas horizontais de 0,20m (em toda largura permitida pela topografia). Durante a execução do aterro, o equipamento escavo - transportador e de espalhamento deverá operar em toda largura da camada.
Após o espalhamento, cada camada de 0,20m de aterro, será umedecida ou aerada e rigorosamente compactada.
Durante todas as fases de execução do aterro, os serviços devem ser conduzidos de modo a permitir o rápido escoamento das águas das superfícies das áreas, na eventualidade de chuvas.
Não serão usados em aterros solos orgânicos, micáceos ou excessivamente expansivos, bem como outros tipos de solos julgados inadequados pela fiscalização.
Serão removidos dos aterros raízes, troncos, indevidamente transportados, bem como qualquer material condenado pela fiscalização, com ônus exclusivo da empreiteira.
Excepcionalmente a fiscalização poderá permitir no aterro o emprego de blocos de rochas com dimensão inferior a 0,50m de diâmetro.
Os blocos de rochas deverão ser distribuídos dentro da massa do aterro, de modo que os espaços entre eles existentes sejam preenchidos com materiais finos, formando uma massa densa e compacta.
As camadas em rochas devem ser intercaladas com uma de material seletivo, devidamente compactada.
Quando o aterro a ser realizado se sobrepor a outro já existente, deverá este ter a sua superfície escarificada e os seus taludes recortados em degraus, de modo a assegurar uma perfeita aderência do material a ser colocado ao aterro existente.
As larguras destes degraus devem ser estabelecidas de modo a permitir sua execução mecanizada.
Se o aterro for realizado em uma meia encosta íngreme, deverá ser escavado sobre o mesmo em degraus com largura em numero suficiente para assegurar a estabilidade do aterro. As dimensões e o espaçamento destes degraus , quando não constarem em projeto, serão estabelecidas pela fiscalização de modo a permitir a operação dos equipamentos de construção e compactação.
Os últimos 0,60m de aterro serão executados com material selecionado, aprovado pela fiscalização. Deverão ser empregados solos previamente estudados.
Abertura de Empréstimos
A abertura de empréstimos será realizada quando houver deficiência de material de corte para constituição dos aterros ou para obtenção de materiais estudados.

A abertura de empréstimo somente se dará com autorização expressa da fiscalização, que providenciará previamente o seu levantamento topográfico para efeito de medição.


Obs.: Na abertura de empréstimo serão realizados serviços de limpeza e destocamento em área a ser estabelecida pela fiscalização.
Os empréstimos serão, sempre que possível, executados mediante redução de inclinações dos taludes dos cortes do greide e alargamento dos cortes.
Cuidados especiais serão tomados com inclinação e acabamento de taludes dos empréstimos, de modo a evitar o inicio do processo de erosão dos solos na região.
Aos empréstimos terão forma regular e serão acabados de modo a permitir uma apurada medição de volume de escavação realizada.
O material escavado nos empréstimos terá classificação única (primeira categoria).
Compactação
Compactação é um serviço vital importância para todas as atividades de engenharia de solos, devendo assim ser bem executados, mesmo como serviço complementar, com atenção e controle.
A superfície de cada camada deverá ser regularizada com moto niveladora, antes do inicio da compactação.
A compactação será iniciada dos bordos para o eixo, devendo cada passagem do rolo compactador recobrir pelo menos metade da passagem anterior e prosseguir até a que se tenha a percentagem mínima de compactação específica.
A percentagem mínima de compactação a ser obtida variará de acordo com a natureza do material, terra os valores abaixo indicados e será referida a densidade máxima fornecida pelo ensaio AASHO intermediário.
Percentagem mínima de compactação a ser obtida Natureza do material

% da Dens. Máxima AASHO Intermediário Índice de Plasticidade


100% 6 no máximo

95% de 6 a 15

90% 15 no mínimo
A compactação dos aterros junto às obras de arte será feita por meio de compactadores especiais d tipo sapo ou vibro-compactadores.
O equipamento de compactação variará de acordo com a natureza do material. O tipo e a quantidade de equipamento serão fixados no edital, devendo em primeiro haver um rolo operador continuamente para cada 150m3 de produção horária do equipamento escavo - transportador.
Os aterros em geral deverão ser executados em conformidade com as seguintes seqüências:


  1. Todo empréstimo deve ser ensacado com indicação do proctor realizado e local onde foi retirada a amostra.

  2. Em terraplenagem estes ensaios devem ser feitos constantemente em função de cada aterro e cada material

  3. As camadas a partir de 2,0m deverão ser rigorosamente compactadas e controladas por densidade “in situ”.

Não será aceito nenhum resultado isolado abaixo de 95% do proctor indicado e a média deve ser superior a 98%.


No caso do proctor normal, todos os furos devem ser superiores a 97%.


  1. As camadas abaixo de 2,00m deverão ser compactadas com controle de densidade “in situ” – sem interrupção dos trabalhos e em seqüência indicadas pela fiscalização.

  2. Não será permitido o uso de materiais para aterro, no último metro, e que cuja classificação na HRB seja A – 7, ou que sua expansibilidade seja superior a 3%. Nestes casos devem ser consultados os técnicos responsáveis ou fiscalização e dada à solução em função da natureza do uso do aterro.

  3. Os materiais considerados imprestáveis para o aterro deverão ser colocados em praças e áreas onde nem pavimentação e nem construção.

  4. Os aterros deverão ser compactados com equipamentos adequados e em casos especiais obedecendo a indicações do projeto.

  5. Toda superfície, quando possível, deverá ser regularizada antes de qualquer aterro e na união de aterro escarificado e compactado.

  6. Todo material indesejável ao corpo do aterro devera ser removido. Será permitido o uso de rochas, desde que não prejudique a compactação e tenha diâmetro máximo de 0,50m.no espaço entre as rochas devera ter uma ou duas camadas de material homogêneo de aterro devidamente compactado.

  7. A principio não será permitido aterro em meia encosta. Os casos especiais receberão especificação particular.

  8. Em todos os casos o material deverá ser aerado ou umedecido, regularizado, escarificado se necessário, gradeado e compactado, ficando a superfície com escoamento provisório a fim de evitar poças de água prejudiciais a compactação, no caso de chuvas.

  9. Em todos os casos não será permitida execução parcial de mais de uma camada de plano de aterro, devendo a distribuição de material ser total em cada plano de aterro, permitindo homogeneidade e distribuição de camadas.

Os aterros sobre solo moles se processarão em três casos distintos:


Caso 1 – Aterro para pavimentação
Poderá ser aterrado diretamente sobre camada de areia ( 0,50m) e compactado após estabilização, devendo ser colocadas sobre cargas para expulsão de material mole provocando a formação de bermas.
Quando o aterro sobre solo mole for utilizado para colocação de tubulações, deverá ser verificado o recalque permissível para as fundações e determinado o grau de controle e execução a ser adotado.
Controle Tecnológico
Densidade “in situ” para unificação do grau de compactação que deverá está indicada no projeto.
Para jazida ensaios de:


  • Compactação;

  • Granulometria;

  • Limites de Atenberg;

  • Sedimentação, quando solicitado e necessário.

Cada mudança de material deverá ter um novo ensaio. Em caso de empréstimo, além dos ensaios anteriores deve se solicitar o de expansibilidade, e sondagem após o aterro executado. Casos particulares deverão obedecer a projetos específicos.


Transporte
O transporte de terra deverá ser feito de diversas maneiras e veículos. Assim o próprio equipamento que escava poderá transportar o material.
O transporte de material divide-se em:


  • Manual;

  • Mecânico.

Manual - carros-de-mão, baldes, padiolas, etc.. Na sua maioria esses itens estarão inclusos nos serviços principais, a não ser quando houver indicação específica para tal.


Mecânico - será feito por caminhões, caçambas, “dumper”, “ motos scrapers”, etc.
Quando o movimento de terra for superior a 50.000m3, o transporte será medido pela topografia. No transporte estará incluído o descarrego do material transportado.
Para terraplenagem deve ser usado mapa de transporte para determinação do movimento de transporte, e deverá ser usado para cálculo médio das distancias.
O transporte de material para qualquer serviço de terraplenagem obedecerá aos seguintes critérios:


  1. O volume será medido pela dimensão interna da caçamba ou multiplicando-se por 1,25, ou seja, acrescentando 25% para o empolamento;

  2. A aplicação entende-se como volume de bases, sub-bases, etc. medidos pela largura, comprimento e espessuras compactados.

  3. Será utilizada fórmula em função da distancia, fornecimento /entrega ou jazida/obra, medida única vez. As distancias serão tomadas em relação ao centro da área.

  4. duas formulas serão utilizadas.

Formulas:



  1. Y= (C+1) (0,24X+ 0,88)

  2. Y= ( C+1) -3 (6,2/X + 93) 10

Fórmula:


  1. Y= R$/m3

X=Distancia em km uma vez


C= Índice de majoração de preços
Essa fórmula é usada.

I – Para distancias superiores’a 200m com uso de moto scrapers.

II – Para serviços com caminhões caçambas.
Fórmula:


  1. Y= R$/Momento de transporte

Momento de transporte = m3 x X


DAM=decâmetros
X= Distancia em DAM uma vez
Obs.: O valor para cada m3 de transporte é:
R$= Y x m3 X → esta fórmula é usada para moto scrapers até 200 DAM.


  1. Às fórmulas de transportes servirão também para serviços de pavimentação.

  2. Quaisquer transportes deverão atender aos itens de segurança e normas do DNER, DER, prefeituras e eventualmente da COHAB, indicadas no contrato ou projeto.

  3. Transportes especiais serão contratados especificamente a atender cada caso solicitado e suas especificações deveram estar contidas no contrato ou pedido por escrito feito pelo órgão contratante.

  4. O transporte de maquinas é de obrigação do empreiteiro, para isto, deverá constar no contrato o item mobilização do equipamento ou instalação da obra, que deverá cobrir todas’as despesas.

  5. O transporte de pessoal interno na obra é de responsabilidade direta do empreiteiro, para isto normas e cuidados deverão ser adotados de comum acordo com a fiscalização, a fim de evitar acidentes ou transtornos.

  6. Para medição deve ser sempre o acompanhamento pelo mapa de transportes.


Controle Tecnológico
Deverá ser feito ensaio de densidade natural e solto do material, para calcular o grau de empolamento correto, se a obra exigir controle rigoroso.
2. PAVIMENTAÇÃO
2.1 Regularização do Subleito


  1. Generalidades

Regularização é a operação destinada a conformar o leito da via, quando necessário, transversal e longitudinal, compreendendo cortes ou aterros até 0,20 m de espessura. O que exceder de 0,20m será considerado como terraplenagem. Será executada de acordo com os perfis transversais e longitudinais indicados no projeto.


A regularização é uma operação que será executada previa e isoladamente da construção de outra camada do pavimento.


  1. Materiais

Os materiais empregados na regularização do subleito serão os do próprio subleito.


No caso de substituição ou adição de materiais, estes deverão ser provenientes de ocorrências de materiais indicadas no projeto. Ter um diâmetro máximo de partículas igual ou inferior a 76,00mm, um CBR, determinado com energia do método DNER-ME 47-64, igual ou superior ao material considerado na dimensão do pavimento como representativo do trecho em causa, e expansão inferior a 2%.



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