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Equipamento

São indicados os seguintes tipos de equipamentos para execução de regularização:




  • Moto niveladora pesada com escarificador;

  • Carro tanque distribuidor de água;

  • Rolos compactadores tipos pé de carneiro, liso vibratório e pneumático;

  • Grade de discos;

  • Pulvi-misturados.




  1. Controle Geométrico

Após a execução da regularização, proceder-se-á a relocação e ao nivelamento do eixo e dos bordos permitindo-se as seguintes tolerâncias:




  • Mais ou menos 3 cm, em relação as cotas do projeto;

  • Mais ou menos 10 cm, quanto a largura da plataforma;

  • Até 20% em excesso para flexa de abaulamento, não se tolerando falta.


2.2 Reforço do Subleito


  1. Generalidades

Reforço do subleito é a camada de espessura constante transversal e variável longitudinalmente, de acordo com o dimensionamento do pavimento, fazendo parte integrante deste e por circunstâncias técnico-econômicas, será executado sobre o subleito regularizado.




  1. Materiais

O material a ser empregado deverá ser proveniente de ocorrências de materiais indicados no projeto, possuindo características superiores as dos materiais di subleito; será selecionado, na faze do projeto, dentre os melhores disponíveis.


O CBR mínimo determinado segundo método DNER- ME 48-64 deverá ser superior ao CBR do subleito. A expansão máxima deverá ser 1%.
c) Equipamentos
São indicados os seguintes tipos de equipamentos para execução do reforço:


  • Moto niveladora pesada com escarificador;

  • Carro tanque distribuidor de água;

  • Rolos compactadores tipos pé de carneiro, liso vibratório e pneumático;

  • Grade de discos;

  • Pulvi-misturados.

Os seguintes equipamentos de compactação e mistura serão escolhidos de acordo com os tipos de materiais empregados.


d) Execução
Compreende as operações de espalhamento, pulverização, umedecimento e secagem, compactação e acabamento do material importado, na pista regularizada obedecendo a espessura indicada no dimensionamento do pavimento, em camadas individuais, de no mínimo 10cm e no máximo 20cm de espessura, após a compactação.
O grau de compactação deve ser no mínimo 100% em relação a massa especifica aparente, seca, máxima, obtida no ensaio DNER- ME 48-64, e o teor da umidade deverá ser a umidade ótima do ensaio citado mais ou menos 2%.


  1. Controle Tecnológico

Serão procedidos:




  • Determinação de massa especifica aparente “in situ”, com espaçamento máximo de 100m de pista, nos pontos onde foram coletadas as amostras para os ensaios de compactação;

  • Uma determinação do teor de umidade, a cada 100m imediatamente antes da compactação;

  • Ensaios de caracterização (limite de liquidez, de plasticidade e granulometria, respectivamente pelos métodos DNER ME 44-64, ME 82-63e ME 80-64), com espaçamento máximo de 250 m de pista e no mínimo, dois grupos de ensaios por dia;

  • Um ensaio de CBR, com energia de compactação do método DNER –ME 48-64, com espaçamento máximo de 500 de pista e, no mínimo um ensaio a cada dois dias;

  • Um ensaio de compactação, segundo método DNER-ME 48-64, para determinação da massa específica aparente, seca, máxima com espaçamento máximo de 100m de pista, com amostras coletadas em pontos obedecendo sempre a ordem: bordo direito, eixo, bordo esquerdo, eixo, bordo direito, etc., a 60cm do bordo.

O numero de ensaios de compactação poderá ser reduzido desde que se verifique a homogeneidade do material




  1. Controle Geométrico

Após a execução do reforço do subleito, proceder-se-á a relocação e ao nivelamento do eixo e dos bordos permitindo-se as seguintes tolerâncias:


Mais ou menos 10 cm, quanto à largura da plataforma;

Até 20% em excesso para flexa de abaulamento, não se tolerando falta



2.3 Sub-base Estabilizada Granulometricamente


  1. Generalidades

Esta especificação se aplica a execução de sub-base3s granulares constituídas de camadas de solos, misturas de solos, misturas de solos e materiais britados, ou produtos totais de britagem.




  1. Materiais

Os materiais a serem empregados em sub-base devem apresentar um CBR igual ou superior a 20% e expansão máxima de 1%, determinados segundo método DNER-ME 49-64, e com energia de compactação correspondente ao método DNER- ME 48-64.


O índice de grupo devera ser igual a 0.
O agregado retido na peneira n0 10 deve ser constituído de partículas duras e duráveis, isentas de fragmentos moles, alongados ou achatados, isento de matéria vegetal ou outra substancia prejudicial.
No caso de solos lateriticos o índice de grupo poderá ser diferente de 0 se sua expansão dada pelo ensaio do CBR, medida com sobrecarga de 10 lb, for no máximo de 0,2%.
Para fins desta especificação, entende-se como solo lateritico o solo cuja fração coloidal (abaixo de 2 micra) apresentar relação molecular sílica/sesquióxidos menor que 2 em conjunto as seguintes características: presença apreciável de sesquióxido de ferro, tendências para o concrecionamento e endurecimento sob exposição solar, baixa expansibilidade e fraco teor de matéria orgânica.
c) Equipamentos
São indicados os seguintes tipos de equipamentos para execução da sub-base:


  • Moto niveladora pesada com escarificador;

  • Carro tanque distribuidor de água;

  • Rolos compactadores tipos pé de carneiro, liso vibratório e pneumático;

  • Grade de discos;

  • Pulvi-misturados;

  • Central de mistura.

Além desses poderão ser usados outros equipamentos aceitos pela fiscalização.


d) Execução
Compreende as operações de espalhamento, mistura e pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e acabamento dos materiais importado, realizadas na pista devidamente prepara na largura desejada, nas quantidades que permite após a compactação atingir a espessura projetada.
Os materiais de sub-base serão explorados, preparados e espalhados de acordo com o constante nas especificações complementares.
Quando houver necessidade de executar camada de sub-base com espessura final superior a 20cm, estas serão subdivididas em camadas parciais, nenhuma delas excedendo 20cm de espessura. A espessura mínima da camada de sub-base será de 10cm após compactação.
O grau de compactação deverá ser no mínimo, 100% em relação à massa especifica aparente, seca, máxima, obtida no ensaio DNER–ME 48-64, e o teor de umidade deverá ser a umidade ótima do ensaio citado mais ou menos 2%.


  1. Controle Tecnológico

Serão procedidos:




  • Determinação de massa especifica aparente “in situ”, com espaçamento máximo de 100m de pista, nos pontos onde foram coletadas as amostras para os ensaios de compactação;

  • Uma determinação do teor de umidade, a cada 100m imediatamente antes da compactação;

  • Ensaios de caracterização (limite de liquidez, de plasticidade e granulometria, respectivamente pelos métodos DNER ME 44-64), com espaçamento máximo de 300 m de pista e no mínimo, um ensaio a cada 2 dias;

  • Ensaios de caracterização (limite de liquidez, de plasticidade e granulometria, respectivamente pelos métodos DNER ME 44-64, ME 82-63e ME 80-64), com espaçamento máximo de 150 m de pista e no mínimo, dois grupos de ensaios por dia;

  • Um ensaio de compactação, segundo método DNER-ME 48-64, para determinação da massa específica aparente, seca, máxima com espaçamento máximo de 100m de pista, com amostras coletadas em pontos obedecendo sempre a ordem: bordo direito, eixo, bordo esquerdo, eixo, bordo direito, etc., a 60cm do bordo.

O número de ensaios de compactação poderá ser reduzido desde que se verifique a homogeneidade do material




  1. Controle Geométrico

Após a execução do reforço do subleito, proceder-se-á a relocação e ao nivelamento do eixo e dos bordos permitindo-se as seguintes tolerâncias:


Mais ou menos 10 cm, quanto à largura da plataforma;

Até 20% em excesso para flexa de abaulamento, não se tolerando falta


2.4 Base / Revestimento de Paralelepípedo


      1. Conceituação

A pavimentação em paralelepípedos é uma evolução do calçateamento em pedras irregulares e grosseiras. Essa pavimentação primitiva visava e ainda visa em vias interioranas dotar a superfície de resistência a esforços tangenciais e também de certa impermeabilidade, eliminando poeira e atoleiros.


A colocação de pedras regulares somou as vantagens do calçateamento, um melhor conforto e certa distribuição vertical dos esforços, pelo intertravamento das superfícies laterais.


      1. Materiais

Todos os materiais utilizados deverão atender integralmente as especificações.


Complementando-se as especificações tem-se:


  1. Areia de assentamento

A areia deve passar 100% na peneira numero 4 e no máximo 15 na peneira numero 200.




  1. Paralelepípedos

Os paralelepípedos serão de rochas sã, estável, de cristais pequenos (para melhor obtenção de faces planas), obedecendo aos seguintes requisitos:




  • Todos os paralelepípedos terão tanto quanto possível a forma que lhes dá o nome. As faces deverão ser lisas e a face superior a mais plana possível.

  • As arestas da face superior serão praticamente linha reta, devendo as faces ser perpendiculares entre si. Permitir-se-á, toda via que a base inferior do paralelepípedo seja ligeiramente menor que a superior apresentando ele então, a forma de um tronco piramidal de bases paralelas. A diferença máxima tolerada será nesse caso, de 2cm (no comprimento e na largura).

As dimensões dos paralelepípedos serão as seguintes:


Comprimento 17 cm a 23 cm

Largura 11cm a 14cm

Altura 11cm a 14cm


  • Serão rejeitados os paralelepípedos que, apresentarem planos de clivagem aparentes ou crostas de alteração, bem assim os que tiverem fendilhamentos e dormas irregulares ou, finalmente aqueles que cujas faces houver protuberâncias ou depressões superiores a 10mm.

      1. Execução

Na execução de um pavimento em paralelepípedo há dois casos a considerar:




  1. Para trafego leve (entrada e saída de garagens e estacionamento para carro de passeio).

Neste caso dever-se-ão as seguintes etapas executivas:




  • Sobre a superfície de um terrapleno regularizado com a ultima camada (20cm) apresentando CBR>=10, será lançada uma camada com características de sub-base com espessura de 20cm.

  • Sobre essa sub-base será lançada uma camada de assentamento de 5 a 7 cm de espessura.

  • Os paralelepípedos serão assentados individualmente com golpes firmes de marreta.

  • Antes do rejuntamento, devera ser executada a rolagem com rolo liso, desenvolvendo-se da borda para o eixo, em faixas paralelas ao mesmo. A rolagem deverá continuar até que não haja mais recalques visíveis. Nessa ocasião os defeitos que aparecerem deverão ser corrigidos.

  • As juntas entre as pedras deverão variar entre 1 a 1,5cm e serão preenchidas com argamassa plástica de cimento e areia no traço 1:3 em volume.




  1. Para trafego leve e pesado

Nesse case dever-se-á proceder ao dimensionamento de camada de base e sub-base, utilizando-se o ábaco do método de dimensionamento do DNER para pavimentos flexíveis, ou a formula de R. Peltier de acordo com as indicações de uso da via.


As etapas executivas a serem adotadas serão as seguintes:


  • Sobre a superfície de um terrapleno regularizado são lançadas as camadas de sub-base e base, obedecendo às especificações correspondentes.

  • Sobre a superfície da base será lançada uma camada de areia com 5 a 7 cm de espessura.

As etapas seguintes serão as mesmas citadas nos itens 2.6.3ª.




  1. Dispositivo de contenção

A área a receber o revestimento em paralelepípedos será sempre limitada por meio-fios confeccionados com a mesma rocha daqueles enterrados ou não.


As pedras de meio-fio deverão apresentar faces regulares com as seguintes dimensões:
Comprimento mínimo de 80cm

Largura entre 15 e 17 cm

Altura entre 40 e 45 cm
2.4.4 controle


  1. Controle geométrico e de acabamento

Na verificação do desempenho longitudinal da superfície não se tolerarão flechas maiores que 10 mm, quando determinadas com régua de 3 mm.


No nivelamento de eixo e bordas permitir-se-á até 20% em excesso, para flecha de abaulamento não se permitindo falta.


  1. Controle tecnológico

Numa fileira transversal completa permitir-se-á:




  • Até 10% dos paralelepípedos com comprimento acima do estipulado em, no máximo 1 cm. Não serão permitidas pedras com comprimento inferior a 17 cm.




  • Até 10% dos paralelepípedos com largura acima do estipulado em, no máximo 1 cm. Não serão permitidas pedras com largura inferior a 11 cm.




      1. Medição

A medição será feita em metros quadrados de paralelepípedos assentados e aceitos pela fiscalização.


Os meios-fios serão medidos em metros lineares de serviço executados e aceitos.


      1. Pagamento

O pagamento será feito ao preço unitário proposto, para cada serviço medido como estipulado, o qual deverá remunera toda a mão-de-obra, ferramentas e equipamentos, materiais de transportes, encargos e eventuais, necessária a completa execução dos serviços.




  1. A regularização do subleito quando em aterro, isto é, com adição de material novo, será executadas em camadas de no mínimo 10cm e no máximo 20 após compactação.

  2. A porcentagem de compactação a atingir na regularização e no reforço do subleito é, no mínimo, 100% de ensaios AASHO normal.

  3. Quando necessário, e obrigatoriamente feito o umedecimento ou secagem do material a compactar até que o mesmo atinja a umidade ótima. A homogeneização da umidade quando não se dispuser de equipamento pulvimisturador poderá ser feita com sucessivas passagens do carro tangue distribuidor de água, seguido de moto niveladora, que recolherá o material umedecido numa leira e assim sucessivamente até ter-se todo material enleirado, provendo-se então seu novo espalhamento.

  4. Quando a regularização do material terroso for executada sobre superfícies não terrosas e lisas (velhos pavimentos betuminosos) estas devem ser obrigatoriamente escarificadas independente da altura do aterro previsto. Tratando-se porem de pavimentos de concreto devem ser eles retirados, a não ser quando a altura do aterro for superior a 1m.

  5. Quando o serviço de sondagem e reconhecimento do subleito para dimensionamento tiver sido feito antes da existência do projeto geométrico, isto é, desconhecidas suas cotas, este projeto deve ser elaborado de modo a prever a regularização sempre com aterro. Não obedecida a ultima recomendação, o dimensionamento do pavimento pode ficar invalidado ao serem atingidos pelo leito de regularização novos horizontes de solos não previstos nestes dimensionamentos. Se na ocasião dos serviços de sondagem existir um projeto geométrico, esse projeto já define o leito da regularização. As sondagens têm então uma profundidade mínima a partir desse leito, o que é considerado no dimensionamento do pavimento. Neste caso pode ser admitidos cortes na parte da plataforma correspondente a pista de rolamento considerada com a largura dos seus trechos retos e no dimensionamento do pavimento deve constar, explicitamente, o destino de material escavado nestas condições.

Obs.: A largura de regularização deve exceder a 1m de cada lado do pavimento e no mínimo 0,50m quando não houver condições de espaço.


Material
O material de empréstimo a ser usado na regularização e reforço no subleito deve ter características (IG e IC) iguais ou superiores as do material considerado no dimensionamento do pavimento, como representativo do subleito no trecho em causa. Todo material inadequada, a juízo da fiscalização, será retirado assim como matacões. Todo material novo que for necessário para conformação do subleito será indicado pela fiscalização e de nenhum modo será de qualidade inferior ao que foi tomado como elemento para dimensionamento do trecho. O abaulamento lateral não deve ser inferior a 5% nos pavimentos urbanos. Uma rua de 7m deve ter eixo 17,5cm a mais que ns bordos.
Controle tecnológico
Constara essencialmente do seguinte:


  1. Um ensaio de caracterização (limites de liquidez, índice de plasticidade e granulometria) para cada 500 m3 de material extraído da jazida (aproximadamente de 200 e 200 m de pista). Não poderá, no entanto, um dia de trabalho sem que sejam feitos os ensaios, mesmo que não tenham sido extraídos os 500 m3.

  2. Uma determinação de ISC para cada 2000 m3 extraído da jazida correspondendo no mínimo uma determinação do ISC para cada 4 dias de trabalho. No caso, no entanto de mudanças de jazida, ou sensível variação de material na mesma jazida, uma nova determinação do ISC deverá ser feita imediatamente. O ensaio de ISC deverá ser feito de acordo com o especificado pelo DNER.

  3. Uma determinação de massa especifica aparente de campo para cada 100m de pista. Estas determinações deverão ser feitas alternadamente nos bordos e nos eixos de preferência seguindo sempre a mesma ordem: bordo direito, eixo, bordo esquerdo, bordo direito. sobre o ponto de teórico, a densidade de laboratório deve ser em uma amostra de material do local exato de determinação da massa especifica. Isto, porém torna-se impraticável pelo elevado numero de determinações’de laboratório que seria necessário. Sugere-se que, com os materiais provenientes de cada 9 determinações de massa especifica, e desde que apresentem as mesmas características, seja feito um ensaio de compactação que servirá de referencia para o calculo do grau de compactação do material em cada um dos 9 furos. Para evitar que sejam falseados os resultados, recomenda-se que as amostras para a determinação do teor de umidade do material de cada furo sejam de, no mínimo 250 a 300g.

O método para determinação da densidade de campo poderá ser qualquer dos métodos conhecidos: cilindro biselado, balão de borracha, óleo, areia, etc.

d) Quanto ao grau de compactação, tanto para regularização quanto para reforço, deverá ser sempre 100% da massa especifica aparente máxima dada pelo ensaio AASHO normal.

Será tolerado, no entanto como mínimo, o valor de 97% em pontos isolados, desde que a media aritmética de cada 9 pontos (correspondente a uma compactação, seja igual ou superior a 100%).
3. DRENOS
3.1 Definição
Trata-se de dispositivo de drenagem destinados ao rebaixamento e/ou lençol freático nos cortes em solo rochas, através da inserção de um meio poroso com permeabilidade bem maior que os materiais de corte, de modo a captar as águas intersticiais e conduzi-las para fora da área a ser isolada.
3.2 Método Executivo
Todos os materiais utilizados deverão atender integralmente ás especificações em vigor para execução de obras de drenagem, a saber:
Material Filtrante

Como material filtrante será utilizado areia natural quartzoza isenta de impurezas orgânicas e torrões de argilas e ou material artificial proveniente de britagem.


A granulometria do material filtrante devera ser verificada segundo critérios de dimensionamento de filtros aprovados pela fiscalização, para que se ateste a sua adequação face aos solos envolventes, tendo em vista os aspectos de compactação e permeabilidade.
Material Drenante
Como material drenante poderá ser utilizado produtos resultantes da britagem e classificação de rocha sã, areia e pedregulho natural e seixo rolado, desde que isentos de impurezas orgânicas e torrões de argilas.
A granulometria do material drenante deverá ser verificada ou projetada segundo critérios de dimensionamento de filtros aprovados pela fiscalização, para que sejam atendidas as seguintes condições:


  • O material drenante não seja comatado pelo material envolvente, seja de um material filtrante ou um solo;

  • A permeabilidade do material drenante seja satisfatória;

  • Os fragmentos do material drenante não sejam pequenos ao ponto de ocasionar bloqueios no interior dos tubos de concretos.

Tubos de concretos porosos e perfurados


Os tubos de concretos porosos e perfurados terão diâmetro mínimo interno de 200 mm.

Os materiais s a serem utilizados na confecção dos tubos de concreto deverão atender no que couber, as seguintes especificações:




  • Tubos de concreto perfurados: (tubos de concreto simples de seção circular para águas pluviais), da ABNT e ASHTO – M 175;

  • Tubos de concretos porosos: AASHTO M179.

Em qualquer caso, a resistência a compressão diametral mínima de ruptura dos tubos empregados deverá ser superior a 16 KgN/m, quando determinada segundo o ensaio definido na NBR-6584 da ABNT.


Os tubos porosos serão confeccionados com concreto em que a participação de agregados miúdos é mínima. Sua permeabilidade deve assemelha-se, portanto, a do agregado graúdo que entra na composição do concreto utilizado.
Concreto para Saída
O concreto utilizado nas saídas deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência característica a compressão de 11MPA, devendo ser preparada de acordo como prescrito nas normas NB- ¨6118 e NB 7187 da ABNT. Deverá ser seguida ainda, as seguintes especificações:
Cimento – DNER ME 3671- recebimento e aceitação de cimento Portland comum e Portland de alto forno;

Água – DNER ME- 34-70 águas para concretos.


Equipamentos
As escavações de valas serão executadas com a utilização de equipamentos adequados tais como:
Compressor de ar, perfuratriz manual, rompedor, carregadeira frontal de pneus, e caminhão basculante, complementados com empregos de ferramentas em serviços manuais.
Para a compactação dos materiais de enchimento das valas, serão utilizados soquetes manuais. Opcionalmente poderão ser utilizados soquetes mecânicos, a critério da fiscalização.
Execução Propriamente Dita
As etapas a serem seguidas na execução de drenos longitudinais profundos, para subleito em solo ou rocha são as seguintes:
Abertura das valas no sentido de ajuste para montante, atendendo as dimensões estabelecidas em projeto. A declividade longitudinal mínima do fundo das valas deverá se r de 0,5%. Será utilizado processo de escavação compatível com a dificuldade extrativa do material.
Disposição do material encavado, em local próximo aos pontos de passagem, de forma a não prejudicar a configuração do terreno nem dificultar o escoamento das águas superficiais.
Preenchimento das valas no sentido de montante para jusante, com os materiais especificados no projeto, atendendo as seguintes particularidades:
Drenos contínuos com tubo poroso
Os drenos profundos aqui considerados serão preenchidos unicamente com material filtrante, sendo equipados com tubos porosos de concreto e opcionalmente com selo superior. O preenchimento da cava obedecerá às seguintes etapas:


  • Preparo de uma camada de 10 cm de espessura no fundo da vala com material filtrante especificado, devidamente compactado

  • Assentamento e rejuntamento dos tubos com argamassa cimento- areia traço 1:4. O macho do encaixe devera ser sempre posicionado do lado de montante.

  • Complementação do enchimento da cava com material filtrante, compactado em camadas individuais de cerca de 20 cm cada, até a cota especificada no projeto- tipo adotado.

  • Cuidados especiais deverão ser tomados no sentido de manter a integridade de tubos durante a compressão.

  • Aplicação e compactação do selo superior de argila, quando adotada a versão de dreno selado.


Drenos contínuos Cegos
Esses drenos receberão apenas um material drenante para enchimento da vala. Esta versão é considerada adequada somente para cortes em rocha sã, onde não existam riscos de comatação do material granular empregado e a vazão seja moderada. O material drenante será compactado na vala em camadas individuais de cerca de 20cm, até a cota prevista no projeto-tipo adotado.
Drenos contínuos com tubos de concretos perfurados.
Estes drenos são constituídos por material drenante envolvendo tubos de concretos perfurados. São considerados adequados para cortes em rocha sã, onde não exista risco de comatação do material granular empregado, e a incidência de água freática seja elevada. As etapas executivas são as seguintes:
Preparo de uma acamada de 10 cm de espessura no fundo da vala, com um material drenante especificado e devidamente compactado.
Assentamento dos tubos com furos voltados para baixo e juntamente com argamassa cimento – areia traço 1:4.
Complementação do enchimento da vala com material drenante, compactado em camadas individuais de cerca de 20cm cada.
Aplicação compactação do solo de argila, quando previsto.
Drenos descontínuos com material granulares.
Estes drenos são constituídos por tubos de concreto perfurados envolvidos por material drenante (material de proteção do tubo) e todo esse conjunto protegido dos efeitos da comatação por material filtrante granular. As etapas executivas são as seguintes:
Aplicação e compactação do material filtrante no fundo da vala;
Instalação de formas laterais provisórias que permitem a colocação dos materiais filtrantes e drenantes sem que estes se misturem;
Aplicação e compactação do material drenante entre as formas até a cota correspondente a geratriz inferior do tubo;
Instalação do tubo de concreto perfurado com os orifícios voltados para baixo e rejuntamento com argamassa cimento areia no traço 1: 4;
Complementação do enchimento da porção entre formas com material drenante, e da porção externa as formas com material filtrante. Aplicar compactação leve;
Compressão, com soquetes manuais, da superfície dos materiais filtrantes e drenantes;
Complementação do enchimento da cava com material filtrante compactado em camadas individuais de cerca de 20 cm cada;
Aplicação e compactação de selo de argila quando previsto.
Drenos descontínuos com manta sintética e material granular
As etapas de construção dos drenos descontínuos com manta sintética e material granular são as seguintes:


  • Aplicação da manta, fixando-as nas paredes e na superfície adjacente a vala com grampos de ferros de 5 mm dobrados em forma de “U”;

  • Aplicação e compactação do material granular drenante ao fundo da vala;

  • Instalação dos tubos perfurados ( quando previstos), com os furos voltados para baixo, e rejuntamento com argamassa de cimento areia no traço 1:4;

  • Complementação do enchimento da vala com material drenante especificado compactados em camadas individuais de no máximo 20cm.

  • Dobragem e costura da manta com sobreposição transversal de 20cm, complementando o envelopamento. Impor sobreposição da manta nas emendas longitudinais de pelo menos 20 cm com costuras e 50 cm sem costuras;

  • Aplicação e compactação do selo de argila, quando previsto;

  • Execução das saídas de concreto de acordo com o projeto – tipo adotado. Nas saídas dos cortes, os drenos devem ser defletidos em cerca de 45 graus, com raio de ordem de 5m prolongando-se no mínimo de 1m do “off set” do aterro anexo. Executar, se necessário, escavação que garanta adequado fluxo as águas depostas pelo dreno.





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