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Critérios de Controle.


Controle Geométrico
Controle geométrico consistirá no nivelamento dos fundos das valas e na determinação das dimensões das mesmas. Serão ainda verificadas as dimensões das bocas de saídas e dos tubos empregados, estes a razão de 4 tubos por 1000m de drenos.
Controle Tecnológico
Materiais filtrantes e drenantes.
Serão efetuadas analises granulométricas dos agregados empregados, a razão de 1 ensaio para cada 1000m de drenos executados. As condições de compactação serão controladas visualmente.
Selo
As características do material argiloso utilizado com selo, quando previsto, serão avaliadas em bases tácteis e visuais. Não poderão ser utilizados nesta função, materiais arenosos, pedregulhosos permeáveis, e não coesivos, ou materiais argilosos expansivos.
Tubos
Serão formadas amostras dos tubos empregados a razão de 4 tubos por 1000m de drenos.as características externas destes tubo serão apreciadas visualmente. Deverão ser ainda executados os seguintes ensaios para cada amostra, previamente a execução dos drenos:
Um ensaio a compressão diametral (NBR-6584 da ABNT);

Um ensaio expedido de permeabilidade de acordo com o seguinte roteiro:




  • Preparar sobre uma superfície plana uma camada de argamassa cimento areia traço 1:3, com espessura de 5 cm e com área pouco superior a da seção do tubo a ensaiar.




  • Instalar o tubo na posição vertical sobre a argamassa recém espalhada, assegurando a vedação de sua porção inferior;




  • Depois de curada a argamassa, verter no interior do tubo quantidade de água equivalente ao seu volume interno;

  • Avaliar o tempo necessário ao total escoamento da água, parâmetro este que servirá para aferir a permeabilidade dos tubos utilizados.


Bocas de Saída
Serão realizadas rompimentos de corpos de prova á compressão, aos 7 dias de idade, de acordo com o previsto na NBR 6118 para controle assistemático. Para tal, deverá ser estabelecida, previamente, relação experimental entre as resistências á compressão simples aos 28 dias e aos sete dias.
Manta Sintética
As características da manta sintética serão apreciadas em bases visuais e através de testes expeditos de campo de sua resistência á tração. Deverá obedecer rigorosamente ás determinações da especificação 2.13.05.
Aceitação dos Serviços
De um modo geral, os serviços serão considerados aceitáveis quando atendidas as seguintes condições:


  • As dimensões das valas não difiram das de projeto de mais de 5% e pontos isolados, e a declividade longitudinal não sejam inferiores a 0,5%;

  • Os agradados empregados apresentem composição granulométrica contidas na faixa definida no projeto;

  • O material de selo, quando empregado, seja julgado satisfatório em termos de qualidade;

  • As condições de compactação sejam julgadas satisfatórias;

  • Os tubos utilizados não apresentem variações em qualquer dimensões maiores que 2 cm/m de comprimento e 0,2cm na espessura das paredes;

  • Não ocorram imperfeições na mistura ou moldagem dos tubos, nem trincas que possa afetar a sua resistência ou durabilidade;

  • A resistência a compressão diametral mínima de trincas dos tubos seja de 16KN/m

  • A permeabilidade dos tubos porosos avaliada no ensaio expedito de canteiro seja julgada satisfatória;

  • A característica de resistência de manta sintética seja julgada satisfatória;

  • A resistência á compressão simples estiada (Fck), determinada segundo o prescrito na NBR 6118 da ABNT para controle assistemático, seja superior a característica especificada para o controle das bocas de saída.




    1. Critérios de Medição e Pagamento

Serão medidos, separadamente, os seguintes itens:


Escavação de Valas
A medição será efetuada pela determinação do volume de material escavado, classificados de acordo com as especificações, e expresso em metros cúbicos.

Drenos Longitudinais e Profundos
A medição será efetuada, de acordo com o tipo de dreno empregado, pela determinação da extensão executada, expressa em metros lineares.
Bocas de Saídas de Concreto
A medição consistirá na determinação do número de unidades executados, e função do tipo empregado.
Manta Sintética
A medição será efetuada através de apuração da área efetiva de aplicação de manta, medida em metros quadrados.
A escavação, drenos longitudinais profundos, bocas de saída de concretos e mantas sintéticas serão pagos pelos preços contratuais, de acordo com a unidade estabelecida em planilha geral de preços da obra, para as quantidades medidas, que incluem todas as etapas da execução, como: mão de obra com encargos sociais, equipamentos, ferramentas, fornecedores de todos os materiais utilizados, limpeza, acabamento e eventuais.

4 CALHAS DE CONCRETO
4.1 Objetivo
Dirigir, canalizar, conter parcialmente, dissipar, dar proteção contra as águas existentes no solo, sobre o solo e que caem no solo.
Na engenharia, a drenagem é um dos pontos vulneráveis porque está sujeita a cálculos totalmente empíricos baseados em estatísticas onde podem e acontecem desastres constantes. Assim nunca devemos subestimas um projeto de drenagem e só efetuar mudanças consistentes e seguras de que elas serão benéficas a uma solução definitiva.
A drenagem aqui exposta será considerada superficial e subterrânea, de acordo com os itens que seguem.
4.2 Canaletas
Como serviço de proteção, as canaletas desempenham um papel fundamental, devendo ser executadas com o maior cuidado, visto que como conduzem as águas e as concentram, e se mal executadas são fatores de erosão e desestabilização de terras.
4.2.1 Canaleta Lenial
Canaleta em concreto em forma de “L” denominada de sarjeta, construídas nas cristas de taludes afim de captar as águas que causariam erosão nos mesmo.
Deveriam ter 100m de prato e de 0,3 a 0,4m de encosta. É fundamental que seja construída recrava na entrada da canaleta. O concreto deve ser 1:3:5 ou 1:3:4 e o acabamento deve ser feito na concretagem com argamassa cimento areia no traço de 1:2 desempolado.
1 saca de cimento, 1,5 carro de mão de areia e 2,5 carro de mão de brita.
Obs.: Devem ser executadas descidas d`água no mínimo a cada 30 cm caso não sejam especificados no projeto. Não deverão ter inclinação superior a 1% para não causar assoreamentos.
4.2.2 Canaleta Trapezoidal: ( valetas e proteção)
Em concreto traço 1:3:5 ou 1:3:4 em forma de trapézio , construídas para canalizar águas nos patamares dos taludes

6. DRENAGEM
6.1 Generalidades
Drenagem é qualquer interferência que vise dirigir, canalizar, conter parcialmente, dissipar, dar proteção contra águas existentes no solo, sobre o solo e que caem no solo.
Na engenharia, a drenagem é um dos pontos mais vulneráveis por que está sujeita á cálculos totalmente empíricos baseados em estatísticas aonde podem e acontecem desastres constantes. Assim, nunca devemos subestimar um projeto de drenagem e só efetuar mudanças conscientes e seguras de que elas serão benéficas a uma solução definitiva.
A drenagem ora exposta será considerada superficial e subterrânea, de acordo com os itens que seguem.
6.2 Canaletas
Como serviço de proteção, as canaletas desempenham papel fundamental, devendo ser executadas com o maior cuidado, visto que conduzem as águas, concentrando-as, se mal executadas são fatores de erosão e de desestabilização.
6.2.1 Canaletas Lenial
Canaleta em concreto em forma de “L” denominada de sarjeta, construída nas cristas de taludes com o objetivo de captar as águas que causariam erosão nos mesmos.

Deverá ter 100m de prato e de 0,30m a 0,40m de encosta.

É fundamental que seja construída recrava na entrada da canaleta.

O concreto deve ser de 1:3:5 ou 1:3:4 e o acabamento deve ser feito na concretagem com argamassa, cimento e areia ( traço 1:2) desempolado. (ver detalhe)


1 saco de cimento; 1,5 carro de mão de areia e 2,5 carro de mão de brita.
Obs.: Devem ser executadas descidas d”água no mínimo a cada 30m, caso não sejam especificadas no projeto. Não deverão ter inclinação inferior a 1% para não causar assoreamentos.
6.2.2 Canaleta Trapezoidal: (Valetas E Proteção)
Em concreto traço 1:3:5 /1:3:4 em forma trapezoidal, estas canaletas são construídas para canalizar águas nos patamares dos taludes e afins. Deverá ter um mínimo de 0,30m de fundo para permitir a limpeza com uma pá e sua declividade longitudinal mínima deverá ser de 0,8% ou 8 cm a cada 10m.
Salientando-se que a cada 10m, deverão ser construídas recravas laterais conforme detalhe.

Parte do pavimento onde tecnicamente devem correr as águas pluviais, não captadas pelas galerias, se encontra junto ao meio- fio e com ele forma a calha que permite o escoamento das mesmas.


Se faz necessário o uso de colchão de concreto (traço 1:3:5) baixo das pedras e farofa para sua proteção e segurança. As pedras devem ser assentadas sobre farofa de cimento e areia (traço 1:15).
Já as linhas d”água de concreto podem ser mais largas aumentando sua capacidade de drenagem. Podem ser de concreto ou paralelepípedo:
Concreto- Deve ser assentado sobre camada de farofa traço 1:15, com uma espessura mínima de 0,15m.
Unindo a argamassa á peça do meio-fio, deverá haver juntas de dilatação a cada 5m com rejunto em asfalto adequado ao mesmo fim.
Pedras- Serão assentadas também, sobre farofa de cimento e areia (traço 1:15) e o rejunto deve ser o mais completo possível em toda a extensão lateral da peça.
Obs: I) As melhores pedras devem ser escolhidas para a linha dӇgua;

II) Deve ter declividade para o meio-fio a fim de não permitir que a água ataque o pavimento com freqüência;

III) Se usar areia de Miritibe, o traço do colchão será de 1:20;
Galeria de Tubos
As galerias de tubos deverão obedecer a todas as especificações de fornecimento dos materiais (tubos).
Os tubos deverão ser assentados de jusante para montante no sentido Ponta/Bolsa, ficando a bolsa recebendo a água.
A declividade mínima de assoreamento deve ser respeitada para que a velocidade seja superior 1m/s.
Tubos- 0,30m= 1,5%

0,40m= 1,0%

0,60m= 0,4%

0,08m= 0,3%

1.00m= 0,25%

1.20m= 0,1%


Obs.: As caixas de poços de visita e boca de lobo deverão ter rebaixo de 0,30m para limpeza.

c) A declividade máxima sem o uso de dissipadores será:


0,30m= 7,5%

0,40m= 5,33%

0,60m= 2,93%

0,08m= 2,25%

1.00m= 1,63%

1.20m= 1,33%


No entanto, qualquer declividade considerada a ½ desta tabela deverá fazer com que a parede da caixa contrária ao deságüe , receba tratamento indicado no item anterior (ser de concreto), assim temos:
Declividade da tabela- usar dissipadores de energia ½ da declividade da tabela anterior até a declividade total da tabela anterior, usar parede de concreto nos poços de visita e bocas de lobo do lado contrário ao deságüe.
d) Os rejuntes deverão ser internos e externos com argamassa de cimento areia e saibro ou argila determinando o traço da obra, de acordo com a qualidade dos materiais.

e) Os Tubos terão a flexibilidade mínima de mudança de direção, desde que não ultrapasse a metade do encaixe externo da curva, devendo ficar o rejuntamento obedecendo ao item anterior.

f) A escavação deverá ser de no mínimo 0,20m de cada lado da bolsa, com o objetivo de permitir um bom rejunto.

g) o reaterro deverá ser:





  • No pavimento- Compactado com controle.

  • No passeio- Compactado.

h) Os tubos com falhas ou quebras no assentamento deverão ser substituídos.


i) Quando existir rochas, deverá haver colchão de areia no assentamento e recravas de concreto a cada 5 tubos, afim de evitar carregamento da areia em função da declividade.

j) Os tubos poderão ser armados ou simples. No caso de aplicação em ruas, este deverá ser sempre armado.


Poços de Visita
Receberão as mesmas especificações de execução das bocas de lobo, acrescentadas de:
A distância mínima dos poços de visita será de acordo com as necessidades da drenagem. A máxima será de 40m visando a limpeza periódica das galerias.
Os poços de visitas poderão ser substituídos, quanto á distância da limpeza, por bocas de lobo com gaveta ou grelhas de concreto sob as linhas d’água, de acordo com os detalhes. Assim, as grelhas terão dimensões de poços na execução da caixa.
Quando os poços de visitas forem localizados nos pavimentos (rua), deverão receber no que tange à limpeza, tampões de concreto com caixilho com 0,60m, de acordo com a especificação da Prefeitura Municipal do Recife.
Obs.: Sempre que possível, evitar execução de bocas de lobos em esquinas dos meios-fios ou de poços de visita.
Bocas de Lobo
As bocas de lobo, com ou sem gavetas, caixa de passagem ou caixas cegas com tampas, deverão:
Nas ruas:


  • Ser construídas em tijolos maciços com argamassa de cimento amianto e areia (traço 1:6 a 1:8) revestidos com cimento (traço 1:4).

  • As tampas serão de concreto armado com um mínimo de 0,15cm.

  • Nas aberturas das sub-tampas, quando houver os bordos, estas deverão ter ferragem de 5/8” por dentro das abas existentes, conforme detalhe.

  • O fundo será de concreto 1:3:5 com 0,10m de espessura rebaixadas 0,30m.

  • O reaterro deverá ser compactado manualmente.

Obs.: As tampas de bocas de lobo deverão ser padronizadas em função do diâmetro do tubo e sempre serão 0,80m a mais que o seu diâmetro pra a dimensão das laterais paralelas, e 1,00 a mais para as laterais perpendiculares ao assentamento da tubulação.


Deverão também, ser pré-moldadas com o concreto vibrado usando vibradores de chapa ou imersão.
Nos passeios:


  • A alvenaria será de tijolos de 6 furos, revestido com argamassa (traço 1:4) cimento e areia.

  • A tampa de concreto será com 0,10m

  • Sua borda deverá distorcer corretamente com meio-fio e cantoneira de aço, de acordo com os detalhes.

  • O reaterro deverá ser compactado normalmente com material selecionado.


Observação Geral:
Quando a declividade dos coletores (tubo de concreto) for superior a ½ da % indicada na tabela de assentamentos de tubos, cuja velocidade da água é superior a 4m/s, a parede contrária ao despejo do tubo deverá ser de concreto ou alvenaria de pedra, com um mínimo de 0,20m de espessura.
No caso dos poços de visita ou bocas de lobo funcionar como dissipadores, deverão ter detalhes específicos.
Instruções para Medição
A medição será feita por unidade executada com tampa ou sub-tampa, de acordo com o orçamento da obra.
Controle Tecnológico
Os inerentes aos materiais.
Bueiros
Os bueiros estão classificados como serviço de proteção aos serviços de terraplanagem, embora substituam pontes a serem usadas para passagem de riacho ou córregos.
Os bueiros dividem-se em tubulares e celulares, existindo ainda bueiros especiais (armico, ferro fundido, capeados, etc.)
As recomendações para os bueiros tubulares são as seguintes:
Bueiros de tubos de concretos de ponta e bolsa devem ser assentados de ponta para a jusante, visto que se começa o assentamento também na jusante.
Não será permitido inverter o item anterior.
Os tubos deverão ser colocados em terrenos isentos de pedras e estarem devidamente escorados.

Sua geratriz superior não deve estar submersa na água até a metade do tubo.

O rejunto deve ser argamassa de saibro, areia e cimento.
O bueiro de tubos poderá ser ainda, simples, duplo, triplo, etc., e ter necessidades do uso de tubos armados e até especiais, dependendo do solo, do recobrimento e do tráfego. Estes detalhes deverão estar especificados ou atender as normas e especificações do tubo.
Quando houver esconsidade, esta deverá atender norma do DNER.
Tubos de Concreto
Especificação do material:
Os tubos de concretos para drenagem atendem a várias classes de solicitação de carga, sendo classificados de acordo com a NBR 9794.
São divididos em dois tipos:


  • Concreto simples.

  • Concreto armado.

Devem atender as normas também do DNER, em função de sua aplicação. A estocagem será feita em terreno aberto de fácil acesso.





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