UtilizaçÃo do tijolo de solo-cimento como método de construçÃo de baixo impacto ambiental



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INCENTIVO AO USO DE PRODUTOS DE BAIXO IMPACTO AMBIENTAL ATRAVÉS DA DISCIPLINA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL


Fernando Souza da Silvafer.souzaz@hotmail.com

CEUNSP - Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio.

Largo da Matriz, 73, Centro.

CEP 13320-149 - Salto – SP


Adriana Petito de Almeida Silva Castrodripasc@uol.com.br

CEUNSP - Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio.

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Resumo: Visando a formação de profissionais preocupados e conscientes com o meio ambiente, este trabalho busca salientar a necessidade de incentivo por parte da disciplina de Materiais de Construção Civil ao uso de materiais de baixo impacto ambiental. Como exemplo, descreve o processo de fabricação dos tijolos de solo-cimento, assim como as suas principais utilizações e importância como material de construção civil diante do cenário brasileiro atual.
Palavras-chaves: Tijolo ecológico, Solo-cimento, Baixo impacto ambiental.

1 INTRODUÇÃO
Preocupados com os recursos naturais finitos, profissionais a cada dia buscam novos produtos e técnicas construtivas que causem menos impactos ambientais, visando também minimizar os problemas causados pela extração descontrolada de matéria prima e emissão de gases poluentes na fabricação de determinados materiais para a construção.

Diante desse cenário, o tijolo de solo-cimento ganhou uma grande participação no mercado, principalmente pelo seu método de fabricação ecologicamente correto.

Sistemas de construção de solo-cimento podem minimizar danos ambientais, baratear a fabricação e dar mais agilidade às obras. A técnica é o resultado da mistura homogênea de solo, cimento e água em proporções previamente determinadas, depois compactadas na forma de tijolos, blocos ou paredes monolíticas. Desde que bem executado, o componente apresenta boa durabilidade e resistência à compressão (FIQUEROLA, 2004).

As primeiras pesquisas registradas sobre a utilização desse material são datadas de 1935, feitas junto a PCA (Portland Cement Association), entretanto, nos Estados Unidos, desde o início do século XX, o solo-cimento apresenta grande utilização no ramo de construção civil, sem uma pesquisa mais detalhada sobre a utilização deste material, até então.

No Brasil, a partir de 1960, o solo-cimento passa a ser estudado com mais abrangência, iniciando uma grande quantidade de pesquisas e estudos científicos. Como principais instituições responsáveis pelo incentivo e divulgação dessas pesquisas, podemos citar: IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo e a ABCP – Associação Brasileira de Cimento Portland.

No entanto, o solo-cimento só foi amplamente aplicado em moradias por volta de 1978, quando o antigo BNH (Banco Nacional de Habitação) aprovou a técnica para construções de habitações populares. Na época, estudos feitos pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo) e pelo Ceped (Centro de Pesquisas e Desenvolvimento) comprovaram que, além do bom desempenho termoacústico, o solo-cimento aplicado em construções levava a uma redução de custos de 20% a 40%, se comparado com as alvenarias tradicionais de tijolos de barro ou cerâmicos (FIQUEROLA, 2004).


2 OBJETIVO
Esse trabalho visa elucidar de forma simples os processos de fabricação de tijolo de solo-cimento, também conhecido como tijolo ecológico ou modular, assim como listar a importância do estudo desses materiais por meio da disciplina de Materiais de Construção Civil.
3 MATERIAIS E MÉTODOS
3.1 Seleção dos materiais
Solo-cimento é o material obtido pela mistura íntima de solo, cimento Portland e água.

A escolha do solo tem grande importância porque é o componente de maior quantidade na mistura, influenciando diretamente na qualidade e no custo final do tijolo produzido.

Os solos arenosos são os mais adequados, desde que contenham um teor mínimo de silte e argila. Os solos com as seguintes especificações são apropriados para o emprego no solo-cimento:


  • teor de areia: superior a 50%;

  • teor de silte: 10 a 20%;

  • teor de argila: 20 a 30%;

  • LL (Limite de Liquidez) £ 45%;

  • IP (Índice de Plasticidade) £ 18%.

Assim, para verificar se um determinado solo atende a esses requisitos, é necessária a realização em laboratório dos ensaios de granulometria por peneiramento e sedimentação e dos limites de plasticidade e de liquidez.

Cabe lembrar que, no caso de solos argilosos, é sempre possível corrigir a granulometria e a plasticidade por meio de adição de areia.

Solos com teores altos de mica não devem ser empregados em solo-cimento porque não resistirão às expansões da argila durante os ciclos de secagem e molhagem. Os solos orgânicos e turfosos são inadequados e não devem ser empregados.

Blucher (1951) ressalta que, dentre esses fatores, o solo exerce maior influência e, se este for inadequado, pouco se poderá fazer para obter um produto satisfatório. Mercado (1990) acrescenta que o solo, além de ser o elemento de carga, pode determinar, de acordo com a sua composição, se a estabilização com cimento é economicamente viável, ou ainda indicar facilidades no manuseio e procedimentos de mistura (peneiramento, homogeneização, moldagem e desmoldagem).

Pode-se utilizar qualquer tipo de cimento para a produção de tijolos, sendo que os mais usados são o cimento Portland comum (CPI), e o cimento Portland comum com adição (CPI-S). A água a ser utilizada no preparo da mistura do solo com o cimento deve ser potável.


    1. Métodos de dosagem

Uma vez colhidas amostras qualitativas do solo, essas deverão ser encaminhadas para um laboratório de mecânica dos solos, que determinará a proporção de argila, areia e silte existentes. Depois da análise, é feita a dosagem para solo-cimento, procedimento que determinará a quantidade de água, cimento e solo para estabilizar a mistura. "Por demorarem 40 dias para serem concluídos, os procedimentos de análise e dosagem feitos por laboratórios são um dos fatores que desestimulam o uso em construções" (FIQUEROLA, 2004).

Segundo a ABCP (1980), a dosagem do solo-cimento consiste em uma seqüência de ensaios seguida de uma interpretação por meio de critérios estabelecidos na experiência. O resultado de um estudo de dosagem seria a fixação de três quesitos básicos, a saber: teor do cimento a ser utilizado, umidade a ser incorporada na mistura e massa específica desejada.

Desses valores, o teor do cimento é o objetivo maior de método de dosagem citado, visto que a umidade e a massa específica passam a ser critérios de controle da mistura, depois de fixados seus valores. Autores como Ceratti (1983) e Moura (2004), após realizarem vários ensaios com diversos tipos de solos, concordam que o aumento do teor de cimento resulta em aumento da resistência à compressão e, consequentemente, da durabilidade, independente do tipo de Solo. Porém, Moura (2004), ressalta que se o teor de cimento for muito elevado e as condições de cura forem inadequadas, é provável que ocorram fissuras no material, causadas pela retração por secagem.





    1. Fabricação do tijolo solo-cimento

Em seu processo de fabricação não há desmatamento nem queima de carvão, que lançaria resíduos tóxicos no meio ambiente. Enquanto no processo tradicional é feita a queima do tijolo depois que ele sai da prensa, nas olarias ecológicas o tijolo passa por um processo de cura, ficando durante oito dias em local fechado, sem vento e sol.

Esse tijolo também é chamado de Modular, pois encaixam-se uns aos outros em um sistema de trilho.

A produção dos tijolos de solo-cimento varia de acordo com os objetivos de sua utilização (revestimentos, resistência, aparente, etc) e de acordo com processo a ser utilizado (manual, mecânico ou híbrido). Levando em consideração estes aspectos, pode-se relacionar as seguintes etapas, conforme ilustrado na Figura 1 (PISANI, 2004).

Figura1 – Fluxograma das etapas de fabricação e utilização dos tijolos de solo-cimento.

Fonte: PISANI, 2004.



O solo utilizado é pré-selecionado, e durante seu tratamento é triturado ou peneirado e eventualmente corrigido.

Após o preparo, a mistura solo-cimento é compactada em até seis toneladas de pressão, e, para completar, o tijolo passa por técnica eficaz de cura e secagem.

As normas técnicas da ABNT (1980), que determinam características, como forma, dimensões, resistência à compressão e à absorção de água de blocos e tijolos de solo-cimento, desconsideram a aplicação das peças em alvenarias estruturais. Apesar disso, há um consenso entre os profissionais da área sobre a possibilidade de execução de paredes estruturais feitas de blocos de solo-cimento.

Encontram-se no mercado empresas que oferecem diversos modelos de prensas para a fabricação dos tijolos. Algumas prensas fabricam até cinco tipos diferentes de tijolos, bastando para isso apenas trocar os seus moldes. Existem empresas que fabricam máquinas com revestimento interno (refil) da caixa matriz, onde o solo é prensado. Em geral essa parte da máquina sofre grande desgaste devido ao atrito com o solo, bastando, na sua manutenção, apenas efetuar a substituição do molde interno.

O aprimoramento dos equipamentos para a fabricação dos tijolos tem contribuído para a racionalização das técnicas de construção, possibilitando a elaboração de projetos com maior qualidade, permitindo o uso dos tijolos inclusive em obras de padrão mais sofisticado. Podem ser produzidos tijolos maciços, tijolos modulares com encaixe, canaletas, placas de revestimento e até elementos decorativos.
4 SISTEMA CONSTRUTIVO
São muitas as diferenças entre o sistema construtivo tradicional e o modular, dentre elas pode-se destacar o que está descrito a seguir.

O tijolo ecológico possui uma pequena folga na junção, que serve para prevenir a dilatação. Como toda matéria sofre ações da temperatura, se expandindo no calor, e se retraindo no frio, é importante preservar uma distância de dois milímetros entre um módulo e outro (CONSTRUVAN, 2008).

Além de reduzir o peso da obra, os furos servem como câmaras termo-acústicas, condutores de redes hidráulicas e elétricas, além de possibilitar a introdução rápida das colunas de sustentação, permitindo a economia em relação ao uso de fôrmas.

Segundo um dos fabricantes (CONSTRUVAN, 2008), para uma maior garantia de estabilidade da obra, a cada meio metro de parede construída é recomendada a interligação das colunas com grampos e o enchimento das colunas de sustentação, para que não ocorram bulbos de ar, tendo assim sua prejuízo na sua resistência.

Com relação às lajes, o fabricante recomenda que as barras de aço das colunas devam ultrapassar meio metro além da altura da obra, sendo dobradas para dentro da laje pré-fabricada antes do preenchimento com concreto, fixando assim todas as colunas à laje.

Projetado pelo arquiteto Silvio Luiz Tamura Jono, a construção de 500 m² localizada em Campinas (SP) foi executada com alvenaria de blocos de encaixe intertravado de solo-cimento. A obra associou a tecnologia do solo-cimento à cobertura de telhas cerâmicas com estrutura metálica e lajes treliçadas e protendidas de concreto. Na construção, composta de dois andares, os blocos de solo-cimento foram empregados de duas maneiras: como alvenaria grauteada autoportante e como vedação, associados a uma estrutura de concreto.

Segundo Fiquerola (2004), o principal desafio da obra foi o projeto executivo da alvenaria, ou seja, determinar os grautes de modo que estes não afetassem a passagem da tubulação de esgoto e das instalações elétricas e hidráulicas, o que especificou a aplicação de verniz à base de silicone na parte externa da alvenaria aparente como impermeabilização.

Internamente, as paredes foram rebocadas com gesso e revestidas com azulejos nas áreas molháveis. Para o preenchimento dos furos dos blocos, foi utilizado concreto misturado manualmente.

O projeto fez uso de blocos de solo-cimento do tipo canaleta para a configuração das vergas e contravergas, preenchidas com concreto e armadas com barras de ferro 3/16’ CA 50. Os grautes, por sua vez, foram armados com barras de ferro 3/8’ CA 50. Para corrigir as pequenas irregularidades em altura durante o assentamento dos blocos, aplicou-se, entre as fiadas, uma mistura de cola branca com a terra da própria jazida do tijolo. Sob as paredes, foi executada uma sapata corrida com 50 cm de largura x 30 cm de altura.

As construções executadas de tijolos solo-cimento podem ser 30% a 40% mais baratas que construções convencionais, principalmente pela redução de desperdício de material e custos de transporte, pois os tijolos podem ser feitos no canteiro de obra. Existem projetos experimentais que chegam a 50% de economia, mas a média fica entre 30 e 40%. O ganho também advém da economia de argamassa, redução de material de acabamento e da quebra de paredes para instalar as janelas e portas. A argamassa, além de ter uso reduzido, é composta de terra, cimento e cola branca, o que também barateia sua produção (REVISTA ONLINE SUSTENTABILIDADE, 2007).

Porém, o ganho econômico acontece no gerenciamento da obra e não no custo unitário do tijolo, que é mais caro se comparado aos tradicionais.

Apesar de ser uma tecnologia de fácil acesso, é preciso o conhecimento especializado, principalmente devido ao encaixe exato entre os tijolos e pouca necessidade de argamassa para assentamento.

No entanto, o planejamento é necessário devido ao tempo necessário para produzir os tijolos, que necessitam permanecerem úmidos por sete dias e mais vinte e oito para secagem completa.


5 UTILIZAÇÃO DO TIJOLO DE SOLO-CIMENTO
O emprego e o desenvolvimento da tecnologia dos tijolos de solo-cimento modulares está em conformidade com um dos maiores desafios impostos a pesquisadores, profissionais e sociedade: a diminuição de impactos ambientais das atividades do setor da construção civil.

Pesquisadores afirmam que nenhuma sociedade poderá atingir o desenvolvimento sustentável sem que a construção civil, que lhe dá suporte, passe por profundas transformações. Essa relação é evidente, pois qualquer atividade humana necessita de um ambiente construído adequado para a sua operação e os produtos da construção civil são sempre de grandes proporções.

Segundo Grande (2003), o conceito de desenvolvimento sustentável implica numa reformulação da visão de impacto ambiental das atividades humanas, passando a incorporar todos os impactos das atividades de produção e de consumo, desde a extração, processamento industrial, transporte e destino dos resíduos de produção e de consumo. A AGENDA 21 (1998) afirma que o desenvolvimento sustentável não apenas demanda a preservação de recursos naturais, como também uma maior equidade no acesso aos benefícios do desenvolvimento, conceito que abrange importantes conseqüências sociais.

Estatísticas demonstram que o setor da construção civil responde por 40% da energia utilizada mundialmente a cada ano e que 80% desse valor são consumidos no beneficiamento, produção e transporte dos materiais, e 30% das emissões que provocam aquecimento global têm origem nesse setor.

Conforme cita o International Council for Research and Innovation in Building and Construction – CIB (1999), as ações destinadas à redução do impacto ambiental da construção civil deverão considerar os seguintes aspectos:


  • Organizacionais e de gestão;

  • Design de componentes e de edifícios,

  • Inclusão de aspectos relativos à reciclabilidade;

  • Conservação de recursos naturais;

  • Desenvolvimento urbano;

  • Aspectos sociais, culturais e econômicos.

Dessa forma, os desenvolvimentos de materiais de construção de melhor desempenho exercem papel fundamental dentro dessas ações. Essas diretrizes gerais devem ser manifestadas em preocupações técnicas específicas, por exemplo, o aumento da durabilidade de uma edificação, expresso em termos de vida útil. A especificação de materiais, de acordo com o contexto acima exposto, deve deixar de ser feita apenas por critérios estéticos e estar condicionada a diferentes questões como contaminação do ar interno, durabilidade no ambiente a que estão expostos, deposição e possibilidade de reciclagem.


6 CONCLUSÃO
O uso dos tijolos de solo-cimento produzidos por meio de prensas manuais, com aplicações de técnicas simples e soluções viáveis, permite o desenvolvimento de componentes de sistemas construtivos com as seguintes vantagens:

  • Controle de perdas (a alvenaria modular minimiza o desperdício);

  • Disponibilidade de abastecimento;

  • Baixo custo em comparação às alvenarias convencionais;

  • Durabilidade e segurança estrutural;

  • Funcionalidade de seus equipamentos, permitindo uma operação direta no canteiro de obras, independentemente de sua localidade;

  • Eficiência construtiva devido ao sistema modular, pelo quais os tijolos são somente encaixados ou assentados com pouca quantidade de argamassa. Além disso, os tijolos podem ser produzidos com furos internos que permitem a passagem de tubulações sem a necessidade de cortes ou quebras;

  • Facilidade de manuseio devido aos encaixes que reduzem o tempo de execução da alvenaria;

  • Baixa agressividade ao meio ambiente, pois dispensa a queima;

  • Economia de transporte quando produzidos no próprio local da obra.

Apesar dos pontos positivos destacados, no Brasil o interesse pelo solo-cimento na construção de habitações (como componente de alvenaria) foi desaparecendo na proporção que outros materiais, na maioria dos casos mais industrializados, surgiam no mercado. Assim sendo, sua utilização é mais expressiva em obras de pavimentação (cerca de 90% das bases de nossas rodovias são de solo-cimento compactado), reforços e melhorias de solos e, finalmente, em barragens e contenções.

Portanto, a introdução a materiais alternativos através da disciplina de Materiais de Construção Civil, permite estudar e compreender essa tecnologia, com os resultados voltados a apresentar alternativas na composição e fabricação do material, apontando tendências e mudanças no cenário da construção civil brasileira rumo à adoção de técnicas de construção sustentáveis.


7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND. Dosagem das misturas de solo-cimento: normas de dosagem e métodos de ensaio. Publicações ABCP, 1980, São Paulo.
BLUCHER, E. Mecânica dos solos para engenheiros - volume 1. São Paulo, Blucher, 1999.
CERATTI, J. A. P. MEDINA Estudo de solos estabilizados com cimento sob ação de cargas repetidas e estáticas. 18ª Reunião Anual de Pavimentação, Porto Alegre, 1983.
CONTRUVAN. Tijolos Ecológicos. Disponível em: <http://www.construvan.com.br>. Acesso: 10 de Maio, 2009.
FIQUEROLA, V. Alvenaria solo-cimento, Revista Téchne, número 85, 2004.
GRANDE, F. M. (2003). Fabricação de tijolos modulares de solo-cimento por prensagem manual com e sem adição de sílica ativa. São Carlos, 2003. 165p. Dissertação (Mestrado)

– Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo.


INTERNATIONAL COUNCIL FOR RESEARCH AND INNOVATION IN BUILDING

AND CONSTRUCTION – CIB, Agenda 21 on sustainable construction. Rotterdam. CIB Report Publication 237. CIB, 1999.


MERCADO, M.C. Solo-cimento: alguns aspectos referentes à sua produção e utilização em estudo de caso. São Paulo. Dissertação (Mestrado), 1990 – FAU USP.
MOURA, E. Estudo comparativo do comportamento do solo-cimento. São Paulo. Dissertação (mestrado), 2004 – EP USP.
PISANI, M.A.J. Execução do tijolo de solo-cimento. Relatório de Pesquisa: Promoção do Desenvolvimento Sustentável do semi-árido da Bahia. Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2004.
Revista Online Sutentabilidade. Contruções com Solo-Cimento. Disponível em: <http://www.revistasustentabilidade.com.br>. Acesso: 10 de Maio, 2009.

INCENTIVE TO THE USE OF LOW ENVIRONMENTAL IMPACT PDRODUTCTS THROUGH DISCIPLINE OF CIVIL CONSTRUCTION MATERIALS



Palavras-chaves: Tijolo ecológico, Solo-cimento, Baixo impacto ambiental.
Abstract: Aimed at training of professionals concerned and aware of the environment, this work intends to stress the need for encouragement through the discipline of Civil Construction Materials to the use of low environmental impact materials. As an example, it describes the process of soil-cement bricks manufacturing and their importance as a main construction material through the current scenery.
Word-keys: green brick, soil-cement, low environmental impact.

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