Vazio existencial: um fundo sem fundo



Baixar 38.1 Kb.
Encontro08.06.2018
Tamanho38.1 Kb.


Vazio existencial: um fundo sem fundo

Resumo


O homem, dentre todos os seres, possui consciência de sua existência, pois é um ser inserido no mundo, com o mundo e para o mundo. Por isso ele tem consciência de sua potencialidade, finitude e perfectibilidade. E o vazio existencial é decorrente dessa condição natural. Assim, o objetivo do artigo, de natureza bibliográfica, é refletir sobre o vazio existencial humano, decorrente de sua condição de ser no mundo. E quanto mais o homem procura realizar-se, principalmente pela busca de bens materiais e efêmeros, mais ele mergulha no vazio. Ora, as ciências humanas, como a filosofia, a psicologia e a teologia, conseguem amenizar esse fundo sem fundo, mas jamais realizá-lo na sua plenitude de ser existencial, porque o homem é um ser inconcluso.

Palavras-chave: Vazio existencial; homem; felicidade; finitude.


Existential void: a background bottomless

The man, of all beings have consciousness of its existence, it is a be inserted in the world, with the world and to the world. So he is aware of its potential, finitude and perfectibility. And the existential vacuum is a result of this natural condition. The objective of the article, bibliographic nature, is to reflect on the human existential void, due to their condition of being in the world. And the more the man seeks to place, especially the pursuit of material and ephemeral goods, the more he delves into the void. Now, the human sciences, such as philosophy, psychology and theology, can alleviate this background bottomless, but never realize it in its fullness to be existential, because man is a being inconclusive.

Keywords : existential emptiness ; man; happiness; finitude
Introdução
Dentre todas as dimensões humanas, a do ser, da consciência do existir, é um traço distintivo do homo sapiens sapiens. Devido à sua inteligência, ao desenvolvimento do neocortex, o homem consegue ter consciência da temporalidade passada, presença e futura. Tem consciência que é um ser no mundo, com o mundo e para o mundo. Sabe que é um ser-para-a-morte, que a morte é a possibilidade da impossibilidade, ou seja, quando ela acontecer cessam todas as possibilidades existenciais. Pela condição de ter consciência da morte e do existir, o homem atualiza a ansiedade, a angústia, o sofrimento, enfim, o vazio existencial. Essa condição é inerente à natureza humana. Os animais também sentem essa condição, mas parece que eles não têm consciência dessa realidade.

Nas sociedades tradicionais, o vazio existencial era “preenchido”, pelo menos em parte, com mais solidez, pelo convívio familiar e comunitário; pela vivência dos valores e pela identificação com o tempo divino, natural e humano; pela expectativa do desconhecido e pelo mistério do universo micro e macro. Além destes, a imbricação ontológica com o fenômeno religioso religava o homem com o ser superior, consigo mesmo e com o mundo, ao sobrenatural e transcendental. E essa ligação dava mais sentido à imanência, ao existir, seja em forma de auto realização seja em forma de alienação. Porém, com o advento da mentalidade técnica, produtiva e consumista, dentre outras, essa aparente tranquilidade do espírito humano foi esfacelando-se.

Tudo isso pode ser considerado um produto dos resultados dos progressos engendrados da razão instrumental, que opera em termos quantitativos, matemáticos, sem possibilidade de espaços para subjetividades, como a memória histórica e o cultivo de valores da alma. Assim, “a memória, o tempo e a lembrança são liquidadas pela própria sociedade burguesa em seu desenvolvimento, como se fosse uma espécie de resto irracional”. (ADORNO, 2003, p. 33). Esses fatores contribuem para aumentar o vazio existencial e a carência de sentido para a vida.

Assim, numa sociedade sem memória, centrada em desejos e objetos de consumo, inclusive os da indústria cultural, as relações sociais, inevitavelmente, não se estabelecem com as pessoas como fim em si mesmo, mas com as mercadorias, porque a razão maior da convivência com os seus semelhantes é a lei da troca. Nesse convívio em torno das coisas, baniu-se a afetividade, o compromisso, a responsabilidade, a reciprocidade, a solidariedade, a amizade leal, a hospitalidade, etc., que são qualidades nobres (MORIN, 2011). A razão instrumental, a tecnociência, a massificação das mídias e o consumo sem limites banalizaram a busca pela dignidade e o respeito nas relações humanas.

O objetivo desse texto é analisar algumas razões do vazio existencial humano, como um fundo sem fundo, isto é, por mais que o homem procura realizar-se em todas as suas dimensões, ele jamais vai conseguir uma vida em plenitude, a felicidade total tão almejada, porque sempre há a necessidade de buscar novos projetos e realizações.
Possível início do vazio existencial
Com o desenvolvimento das ciências, as revoluções industriais, a laicizaçao do Estado e dos valores em geral, principalmente o enaltecimento do valor econômico e da autonomia do indivíduo na modernidade e nas realizações ainda em marcha na epocalidade histórica, o homem migra da dimensão do ser para a dimensão do ter, da esfera material. (FOUCAULT, 2010). Essa revolução copernicana é anunciada pelo sistema econômico globalizado vigente, como uma das maiores conquistas da humanidade. A ciência, a filosofia liberal e a razão instrumental dão os suportes ideológicos e pragmáticos a essa conquista. Essa ruptura com o paradigma do ser é sistematicamente anunciada e repetida pela cultura midiática, materialista e consumista. Afinal, repetitio est mater studiorum, isso é, a repetição é mãe dos estudos. É o clássico, o sólido ajudando a sustentar a estrutura do sistema capitalista vigente líquido. (BAUMAN, 2010).

A causa dessa mudança intelectual subjacente ao universo simbólico do homem ocidental nos últimos séculos é a gradativa “passagem da primazia gnosiológica do universo do ser para a primazia gnosiológica do universo da representação” (VAZ, 1994, p. 5). Essa ruptura tem suas raízes com a teoria do ser objetivo de Duns Scotus, na Idade Média. Ou seja, se tradicionalmente as ciências se estruturavam em torno do princípio do ser, como fundamento último de toda a realidade, e, consequentemente de todas as ciências, agora, a partir de Scotus, o fundamento último de tudo é derivado da representação que o homem faz do universo. A raiz ontológica que dá sentido ao universo, as ciências, à vida é o próprio homem. É a primazia antropocêntrica. É a passagem do absoluto transcendente do ser para a imanência do sujeito. A medida das coisas reais, simbólicas e culturais não é mais fornecida pelo ser, pela objetividade, mas pelo homem. É a passagem da objetividade para a subjetividade, teses tão enaltecidas por Kant, Hegel, Nietzsche, Freud, Heidegger, Sartre, entre outros. Por exemplo, na epistemologia kantiana, o sujeito não é mais um mero expectador e aglutinador do universo. Ele é o próprio construtor da realidade epistêmica e simbólica. Afinal, o saber é representação.

Dessa forma, a ruptura e a passagem do ser à representação gerou a crise de sentido dá existência humana, crise essa tão vivenciada pelo homem na epocalidade histórica.
Possíveis saídas efêmeras pela sociedade e pelo mercado para superar o vazio
Diante disso, se o homem é desligado da cultura e dos valores tradicionais, da primazia do ser, ele precisa ser, constantemente, religado ao novo éthos da idolatria do mercado e do Estado. E quanto mais o mercado e o Estado, por meio de suas instituições, principalmente pela família, mídia, escola e ensino superior, procuram religar o homem fragmentado subjetivamente, mais ele imerge no vazio existencial. Desorientado e inseguro, desligado do caldo cultural, o homem atual torna-se “light, isto é, sem gosto, sem calorias, com posturas efêmeras, frágeis, superficiais e triviais. Parece que a ausência de profundidade, o apego frenético ao bens materiais e o vazio existencial profundo são as categorias que melhor caracterizam o homem atual. (LYOTARD, 2000).

Inserido na imanência e desligado dos grandes ideais sólidos da Pátria, do Estado enquanto vínculo entre a esfera privada e a pública, da Revolução, do Trabalho, da Religião, o homem necessita ocupar-se e integrar-se a algo para superar sua condição de ser perfectível. Daí a necessidade natural, seja no âmbito intrapessoal seja no âmbito interpessoal, de superar o vazio da existência pelo trabalho, estudo, lazer, consumo. O Estado, o mercado e a razão instrumental apresentam-se como mediadores salvíficos da religião da idolatria do mercado para religar o homem à cultura da satisfação dos desejos corporais e materiais básicos. E quanto mais o homem se apega ao dinheiro, ao lucro, ao prazer, a fama de querer ser celebridade, aos bens materiais, anunciados como os fins supremos para alcançar a felicidade, mais ele mergulha no vazio existencial. (BARTH, 2008; OLIVEIRA, 1995, LIPOVETSKY, 1993). Todos estes aspectos são meio para viver bem.

Ora, o Estado, o mercado e o extraordinário avanço das ciências e das técnicas nas últimas décadas não possuem mecanismos suficientes para elevar o homem a realizar estes e outros bens supremos. Entretanto, estas instituições insistem em apresentar, sistematicamente, principalmente por meio da mídia e da educação, que seus produtos são o bem supremo do homem na pós-modernidade.

E os novos sacerdotes da idolatria do mercado, principalmente os da área econômica e empresarial, da política e dos meios de comunicação, propõem, diariamente, as novidades e as potencialidades da razão instrumental como solução para os problemas da humanidade e o antídoto necessário para enfrentar o vazio existencial.


Alternativas mais sólidas para
Umas das razões para procurar explicar esse paradoxo, é que estes valores são necessários para a existência humana material, mas são muito efêmeros e superficiais para serem apresentados como fins maiores. O homem precisa ser guiado por valores supremos, como a busca pelo autoconhecimento, pela liberdade interior, pela espiritualidade, pela sociabilidade, pela beleza, pela arte, pela vida intelectiva. (ARISTÓTELES, 2001; VAZ, 1994).

Em outras épocas, no início da nossa civilização, no mundo grego, a organização das ciências, a visão da realidade e a relação do homem com a natureza eram, logicamente, bem diferentes dos moldes atuais. Se na nossa epocalidade histórica, há um acento na afirmação do indivíduo, na satisfação de todas as suas necessidades físicas, materiais e psíquicos, e principalmente a satisfação de seus desejos, na Grécia clássica o acento estava na polis, na comunidade. O indivíduo era sistematicamente preparado, física e intelectualmente, para atuar na polis. Para poder fazer o uso da palavra nos espaços públicos, para defender os interesses da cidade, o cidadão participava durante três anos somente ouvindo seus concidadãos. Toda a organização social girava em torno da comunidade. O homem era considerado um ser para a comunidade, para o político.

Para o filósofo Epicteto, na obra Encheirídion de Epicteto (2016), o sábio estoico, devido a sua progressão moral, consciência de si e domínio de si, qualidades alcançadas pela formação intelectual e moral, estritamente em harmonia com os deuses, com a natureza, com o logos e as leis humanas, alcança uma vida bem-sucedido em todas as suas ações, sendo capaz de ter uma vida boa com plenitude. Afinal, devido a sua sabedoria, tudo pertence ao sábio. Ele é o conhecedor universal de tudo o que existe, das coisas tangíveis e intangíveis, imanentes e transcendentes, porque possui uma visão profunda de todas as coisas, condição lhe conferida pela lei universal, pela estrutura hierárquica ordenada e harmônica do cosmos. Aliás, essa forma de abordagem e condição de vida é estranha à epocalidade histórica.

Segundo Tomás de Aquino, apropriando-se da teoria do ato e da potência de Aristóteles, é próprio da natureza humana estar sempre em potência para novas possibilidades, novos projetos, sem jamais cessar de buscar o conhecimento sobre si mesmo e das coisas mais sublimes. É a necessidade permanente e contínua de agir para conhecer e realizar-se. (AQUINO, 1996; HADOT, 2008).

Já a autor realização ou a vida boa do homem moderno está restrita a sua auto conservação, a livre iniciativa, ao livre comércio, enfim, em torno de seus bens exteriores. A felicidade do indivíduo se realiza pela maximização das necessidades de suas carências, de seus desejos. (BAUMAN; 2010; 2001, 1998). A função da ciência moderna e de todo o avanço tecnológico, legitimado pelo estado e pelas instituições, principalmente a educacional, incluindo as universidades, o mundo empresarial e a mídia atualmente, é para garantir os meios legítimos para a saciação dos desejos. O homem existe enquanto é capaz de produzir, consumir e, eventualmente, ser capaz de votar, de exercer a “cidadania”. Ele simplesmente se torna um ser no mundo e para o mundo, mas estruturado em torno do capital, do dinheiro e do consumo. (SEN, 2002).

Hoje, na mentalidade da cultura hiperconsumista e líquida, dá-se pouco significado a uma vida voltada à reflexão, à virtude, à coerência, ao pensamento, à filosofia (ROJAS, 1996). Para estimular o consumo, os produtos e serviços do mercado são apresentados para instigar as sensações corporais, emocionais e mentais, às coisas exteriores, de forma imediata, com apelo ao desejo sexual, à sensualidade. Por exemplo, na vida conjugal, há um colapso afetivo: “Cada vez mais, homens e mulheres reconhecem sua dificuldade em amar muito tempo e mostram-se céticos quanto à possibilidade de amar a mesma pessoa ‘por toda a vida’”. (LIPOVÉTSKY, 2007, p. 296).

Aliada às sociedades democráticas, a moda, que é considerado pela elite intelectual e esclarecida como algo ontológico e socialmente inferior, está ligada a produção, ao consumo e a comunicação de massa num mundo voltado para o ter e as coisas. “A moda não é mais um enfeite estético, um acessório decorativo da vida coletiva; é sua pedra angular”. (LIPOVESTKY, 2009, p. 13). A sedução, o efêmero e o frívolo tornaram-se os ideais coletivos da vida pós-moderna. O gozo pelo consumo, a mentalidade da cultura instantânea e imediatista, a política do espetáculo, tudo isso movida pela publicidade, estão gerando uma sociedade que “aniquila a cultura, conduz ao embrutecimento generalizado [e] à derrocada do cidadão livre e responsável”. (LIPOVESTKY, 2009, p. 13).
Natureza do vazio existencial
Mas se os mecanismos do Estado, do mercado, da razão instrumental, da Organização Mundial do Comércio (OMC), dentre outras, não estão conseguindo “preencher” o vazio existencial, as ciências humanas, como a filosofia, a psicologia e a teologia conseguem? Em partes sim. Porém, são poucas as pessoas que procuram auxílio e buscam imergir nestas áreas para se conhecerem melhor e viverem de forma mais profunda. A maioria das pessoas não quer despertar, não querem sair da caverna de Platão e mergulharem na construção de uma vida mais autêntica. A maioria das pessoas adere de forma consciente ou inconsciente a cartilha doutrinária da idolatria do mercado do mundo do ter e do existir de forma superficial. (ASSMANN; HINKELAMMERT, 1989). É algo paradoxal. Se é da natureza humana também buscar valores superiores, por que a maioria das pessoas estão imergidas dogmaticamente nos valores efêmeros? Ou é da natureza do homem querer permanecer numa vida de casulo, trivial e inautêntica?

Mas de acordo a natureza humana, o vazio existencial, por mais que o homem procura ocupar-se com as atividades, ele jamais vai conseguir preenchê-lo e satisfazê-lo. Em todas as suas atividades, o homem procura, de forma consciente ou inconsciente, realizar-se, mas nenhuma vai realizá-lo em plenitude, porque seu ser, seu caráter, está sempre em construção. Afinal, o homem é um ser inconcluso, inacabado. Jamais o homem vai atingir em plenitude a satisfação de qualquer desejo, sonho, esperança, projeto. Se conseguisse, parece que também haveria ainda vazio existencial.


Considerações finais
Assim, o vazio existencial, a sensação ou a angústia de que ainda há algo a fazer e de que nada, de que nenhuma ação realiza o homem plenamente, é algo intrínseco ao seu ser. Faz parte do seu actus essendi, do seu ato de ser e do seu ato de existir.

O homem não consegue excluir todo o mal, como a violência, a corrupção, a inveja, o ódio, etc. Além disso, ele jamais vai conseguir conhecer tudo, jamais vai saciar seus desejos, porque eles são contínuos. Por mais que o homem procure fazer o bem, ele jamais vai conseguir concretizá-lo plenamente.

Por isso, é impossível o homem adquirir a felicidade total e verdadeira, porque o seu intelecto, sua inteligência, está sempre passando pelo movimento da potência para o ato. Ora, a alma intelectiva encontra-se em contínua potência e evolução. Por mais que o homem busque conhecer a realidade, ele jamais conseguirá apreendê-la compreendê-la em si mesma. Todas as formas de saber concebidas pelo intelecto, por meio das ciências, da arte, da filosofia e da teologia, pela sua condição de finitude, são sempre mutáveis, passageiras e probabilísticas.

Logo, enquanto o homem existir, sempre haverá algo a buscar e realizar. Sempre haverá o vazio existencial, o fundo sem fundo.


Referências
ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. Trad. Mário da Gama Kury. 4. ed. Brasília: UnB, 2001.

AQUINO, Tomás de. Suma contra os gentios. Traduzido por D. Odilão Moura. Revisado por Luis A. De Boni. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1996, 2 v.

ASSMANN, Hugo; HINKELAMMERT, F. J. A idolatria do mercado: Ensaio sobre economia e teologia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1989.

BARTH, Wilmar Luiz. Pós-modernidade, religião e ética. Porto Alegre: EST, 2008.

BAUMAN, Zygmunt. Vida a crédito: Conversas com Citlali Rovirosa-Madrazo. Tradução de Alexandre Werneck. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

_______. Modernidade líquida. Tradução Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

_______. O mal-estar da pós-modernidade. Tradução de Claudia Martinelli Gama e Mauro Gama. Rio de Janeiro: Zahar, 1998.

FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. 38. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.

HADOT, Pierre. O que é filosofia antiga? Traduzido por Dion Davi Macedo. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2008.

EPICTETO. O Encheirídion de Epicteto: Edição Bilíngue. Introdução, Tradução e Notas de Aldo Dinucci e Alfredo Julien. São Cristóvão, Se: Universidade Federal de Sergipe, 2012. Disponível em: http://seer.ufs.br/index.php/prometeus/article/viewFile/816/721. Acesso em: 04 mar. de 2016.

LYOTARD, Jean-François. A condição pós-moderna. Tradução de Ricardo Corrêa Barbosa. 6.ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000.

LIPOVETSKY, Gilles. A era do vazio. Lisboa: Antropos, 1983.

LIPOVESTKY, Gilles. O império do efêmero: A moda e seu destino nas sociedades modernas. Tradução de Maria Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

_______. A felicidade paradoxal: ensaio sobre a sociedade do hiperconsumismo. Tradução de Maria Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

MORIN, Edgar. O método 6: Ética. Tradição de Juremir M. da Silva. 4. ed. Porto Alegre: Sulina, 2011.

OLIVEIRA, Manfredo Araújo. Ética e economia. São Paulo: Ática, 1995.

ROJAS, Herique. El hombre light: Una vida sin valores. Madrid: Temas de Hoy, 1996.



SEN, Amartya. Sobre ética e economia. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

VAZ, Henrique Cláudio Lima. Sentido e não-sentido na crise da modernidade. Síntese nova fase, Belo Horizonte, n. 64, p. 05-14, 1994.

Compartilhe com seus amigos:


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal