Vozes Femininas



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Exercícios Ressonância

Atacando um Tom Vocal:


1. Inspire como se fosse bocejar
2. Sinta por toda parte central o seu corpo expandido
3. Assim que sentir que já está confortavelmente com ar suficiente, segure a respiração por um momento.
4. Inicie o som vocal de forma de bem descontraída e natural, sem uso de nenhum esforço físico consciente.

Pense em formar o som vocal com a mente e não com as pregas vocais. Sentirá como se o céu da boca estivesse vibrando. (Isso é Cantar com Máscara)

I Exercício
a) Utilize a palavra MÃO ou a sílaba NOU, alternando entre uma e outra.
b) Pratique com sua voz normal, antes de começar a cantar.
c) Pode estender as palavras tentando reproduzir letra por letra: MMMÃÃÃOOO ou NNNOOOUUU.

II Exercício


a) Faça o som de HUM de um modo leve e sentirá uma vibração no teto da boca.
b) Deixe os dentes separados.

III Exercício


a) Diga a sílaba MI, fazendo primeiro somente o som de M e alternando em seguida para o som do I.
b) Abra a boca vagarozamente, fazendo MMMMIIII...

Sustentando um Tom Vocal:


1. Mantenha a expansão em volta em volta da parte central de seu corpo todo o tempo que ocorrer a duração do som.
2. Posicione-se numa boa postura, colocando-se de pé em uma posição bem ereta, esticando a espinha enquanto o som estiver sendo produzido.

Pense no som fluindo para fora do seu corpo, mas que a respiração permanece lá dentro.


Procure pensar na inalação do ar enquanto estiver segurando o som.

Cuidado:


a) O som deve ser estável e consistente. Nada de ondulações.
b) Conserve o tom de qualidade ou sonoridade, a menos que a interpretação não exija.
c) O ar deve vir preciso e o mais vagarosamente possível.
d) Use a respiração de apoio.
e) O som deve ser vivo e encabeçado algumas vezes.
f) Equilibre uma tensão entre os músculos de inalação e exalação.

I Exercício


a) Posicione-se em frente ao espelho e confira sua postura e seu modo de respirar enquanto pratica a sustentação do som.
b) Faça o som da letra M, numa altura confortável.
c) Mantenha o som estável, vibrante e com a sensação de fluência.
d) Repita várias vezes.

II Exercício


a) Execute a sustentação com a letra N, depois acrescente a vogal Ô: NNNNÔÔÔÔ...
b) Sustente ao máximo a vogal Ô, de modo confortável, mantendo o som estável, vibrante e fluente.

Durante a sustentação do som, a garganta deve seguir de acordo com a posição inicial de bocejo. Procure sentir o céu da boca vibrar quanto estiver executando o som do M, isso ajudará tanto na qualidade do tom quanto na eficiência da ação das pregas vocais.

Evite o uso da língua, lábios ou maxilares. Estes articuladores só serão utilizados pra iniciar ou finalizar um tom vocal. No momento que se estiver sustentando um som, procure manter a língua, lábios e maxilares numa posição de descanso.

Ponha-se em frente ao espelho e pratique a seguintes formas de sustentar o som:

Método I
1. Tome aquela posição de bocejo enquanto inala.
2. Tente manter o item anterior enquanto pronuncia: A A A A A A A H H H.
3. Repita várias vezes. Quando sentir segurança passe para o processo seguinte.

Método II


1. Acrescente à sensação de bocejo aquela vibração do céu da boca.
2. Repita várias vezes até sentir a vibração. Quando sentir segurança passe para o processo seguinte.

Método III


1. Pratique sustentando a palavra MÁ: M M M M M Á Á Á Á Á.
2. Mantenha os articuladores em posições de relaxamento, até terminar a fonação do M.
3. Sustente agora numa única respiração a seguinte pronuncia: MÁ, MÁ, MÁ, MÁ, MÁ.
4. Utilize o espelho para observar se os lábios e os maxilares pareçam livres e relaxados.

1. Faça os mesmos métodos utilizando IA.

Finalizando um Tom Vocal:
1. Um bom escoamento de um som deve ser limpo, preciso e firme até o último momento.
2. A respiração de apoio necessária para sustentar o som deve persistir até o a finalização.
2.1. Não deve enfraquecer-se ou morrer por deficiência de energia.
2.2. Não deve se antecipar o escoamento, pois pode fazer com que o apoio se acabe antes da hora, ou causará tensão na garganta em preparação para a vogal ou consoante que termina a palavra.
3. Não tente finalizar o som parando ou apertando-o em sua garganta, ou interrompendo a respiração. Assim será causada uma tensão e o som tenderá a sair forçado.
Dica:
Quando o som terminar com uma vogal, você deverá conclui-lo com uma consoante.

Ex.:
1. Posicione-se em frente ao espelho e observe os lábios, língua e maxilares enquanto pratica os sons finais.


2. Cante a palavra GOL, várias vezes, tomando cuidado para manter o tom equilibrado e consistente até o momento final em que reproduzirá o L, rapidamente, firme e limpo.

Ex:
1. Pratique com a sílaba LOU, imaginando que há uma consoante no final.


2. Tente outras combinações de vogais e consoantes; qualquer palavra monossílaba poderá ser usada para essa prática.

Quando surge problema na hora de emitir o som vocal é preciso identificar em que área sente-se mais deficiência.

Se for perca de fôlego, é preciso trabalhar postura e exercícios para respiração de apoio.
Porém, se o som ainda não estiver tão agradável, é necessário voltar à atenção para o ressonador e vibrador.

Podem ocorrer três formas de problemas com as pregas vocais. Elas podem estar: frouxas demais, tensas demais ou sem equilíbrio.

Pregas frouxas demais
As pregas vocais frouxas demais não fecham de forma completa e eficiente. O som torna-se soprado, porque doses excessivas de ar escapam entre as pregas. Assim não há como manter o ar dentro do corpo tanto quanto puder.

Através de pensamentos sugestivos e de vocalizes, aprende-se a fechar completamente as pregas vocais e evita-se um som soprado.

1. Pense no inicio de um bocejo.
2. Expanda a parte central do seu corpo.
3. Suspenda a respiração.
4. Pronuncie de forma bem espontânea a sílaba HUM várias vezes, tomando novos fôlegos.

1. Inicie o som novamente.


2. Segure-o e acrescente ao M a vogal i: M M M M i i i i i.

1. Tente de novo alternando os dois sons: M M M M i i i i i i M M M M M i i i i i i i i.


2. Troque o M por N, acrescentando aos poucos i e depois O: N N N N i i i i O O O O.

Se com freqüência a respiração se esgota rapidamente, têm-se possíveis chances do som vocal ser soprado. Procure manter um corpo ereto, respirando profundamente.

Pregas tensas demais
As pregas vocais tensas demais geram um som difícil, tenso, irritante, instável e forçado. A tendência é de outros músculos próximos se tornarem igualmente tensos.

Para se corrigir um som muito tenso, deve-se começar relaxando.

1. Comece com um bocejo e mantenha essa sensação enquanto estiver cantando.
2. Procure identificar olhando-se no espelho as possíveis tensões.
3. Execute exercícios para o relaxamento de corpo.
4. Cante de modo o mais confortável possível.

Pregas equilibradas


A condição ideal é quando as pregas têm uma certa dose de tensão, o suficiente para segurar o ar, e também flexíveis o suficiente para que possam vibrar sem perder qualidade tonal.

Vibrações


Quando as pregas vocais vibram e produzem som, fazem outras partes do corpo vibrarem. Essas áreas são chamadas de ressonadores. Compreendem a garganta, a boca e às vezes o nariz. São responsáveis pelo fortalecimento do som de base e aperfeiçoamento da qualidade.

A garganta deve manter-se relaxada, como a sensação do bocejo.


Para o uso correto da boca, deve-se manter o maxilar, os lábios e a língua livremente relaxados, também com sensação do bocejo.
O nariz só participa dos sons nasais, que requerem no português o som do: M, N e do NH.

Experiência I


1. Posicione-se em frente ao espelho em uma boa postura.
2. Pressione sua mão direita contra o tórax superior
3. Diga: BUM, BUM, BUM. Bem alto, segurando o M final.
4. Sentirá os ossos do tórax vibrando sob suas mãos.

1. Coloque a mão em volta da garganta.


2. Diga: ZUM, ZUM, ZUM.
3. Sentirá também vibração sob sua mão.

1. Pressione os dentes superiores com os inferiores.


2. Faça uma espécie de zumbido.
3. Sentirá também os dentes vibrarem uns contra os outros.

1. Feche os lábios.


2. Faça o som de HUM.
3. Sentirá os lábios vibrarem e o céu da boca.

1. Pressione um dedo na parte superior do nariz.


2. Faça o som de N.

1. Pressione os dedos contra a face toda


2. Faça um HUM bem alto.
1. Pressione os dedos contra a testa ou o topo da cabeça.
2. Faça um zumbido.
3. Essas vibrações não serão tão fortes, mas mesmo assim sentirá.

Experiência II


1. Faça o som de HUM.
2. Aperte o nariz com firmeza entre o polegar e qualquer outro dedo.
3. O som será cortado.

1. Sustente o som de N.


2. Aperte o nariz novamente.
3. O som será cortado.

1. Agora sustente o som de NH.


2. Aperte o nariz novamente.
3. O som também será cortado.

Experiência III


1. Coloque o polegar e outro dedo levemente contra a narina de modo que a feche, mas sem apertá-la.
2. Diga NON várias vezes.
3. Observe quão nasal sua voz sairá.

1. Coloque o polegar e outro dedo levemente contra a narina de modo que a feche, mas sem apertá-la.


2. Porém dizendo AHA, AHA, AHA.
3. Retire a mão do nariz e repita o som.
4. Não verá diferenças nesse modo, porque nesses sons o nariz não tem papel de ressonador.

Se você tentar forçar ressonância na garganta, o som será abafado e escuro.


Se concentrar a ressonância na boca, o som será com brilho em excesso e fino.
Se usar demais o nariz, o som sairá nasal.

1. Cante com os lábios retrocedidos, como num sorriso forçado; verá a ressonância na boca.


2. Cante puxando os lábios para cima dos dentes, até você ter uma pequena abertura da boca; verá a ressonância na garganta.
3. Cante pelo nariz; soará como um nariz.

O melhor som é aquele que tem um pouco de ressonância da garganta para ser rico, cheio e doce; um pouco de ressonância da boca, para ser brilhante, claro e contínuo; e também um pouco de ressonância nasal, somente nos três sons nasais (M, N e NH). O bocejo é fundamental para o relaxamento de todas as partes ressonadoras. Nunca esqueça que os belos sons virão da imaginação do cantor.



TÉCNICA DA EMISSÃO

No estudo da técnica vocal não importa a quantidade de exercícios nem a sua variedade.
O importante é fazê-los. Um só exercício perfeitamente realizado é muito mais proveitoso que uma série de escalas cantadas de qualquer modo.
É melhor não fazer nenhum que fazê-lo mal.
Fazer exercícios com a língua para fora ou com os dedos entre os dentes, ajuda a compreender o relaxamento e a manter uma boa posição dos órgãos da boca. para ser completo e eficaz, deve ser uma verdadeira ginástica vocal.
As vozes ásperas devem insistir sobre as vogais "U" e "O". As vozes opacas estudarão mais as vogais "E", "I" e "A".
Os exercícios devem sempre ser feitos em pé.
Os primeiros exercícios se referem à impostação da voz: controle do ar, utilização dos ressonadores, posição dos órgão da boca, relaxamento, continuidade e homogeneidade do som.
Os seguintes desenvolvem a agilidade, flexibilidade, o legato e a musicalidade.

Tudo se pode aprender

Qualquer um que possua sentido musical, bom ouvido e uma voz falada bem timbrada, pode esperar obter bons resultados no estudo do canto.
Exercícios Respiração:

Exercício para percepção da inspiração involuntária:

Muitas pessoas fazer muito barulho ou forçam a inspiração numa tentativa de encher mais o pulmão de ar. Muitas vezes a musculatura está muito tensa e impede uma livre circulação de ar. Solte todo o ar murchando a barriga. Fique alguns instantes sem ar. Relaxe a musculatura deixando então o ar entrar, mas sem forçar sua entrada. Faça isso algumas vezes e você vai perceber que não há necessidade de fazer esforço para que o ar entre. Ele entrará sozinho, pois a entrada do ar é algo que acontece naturalmente quando sentimos necessidade de inspirar. Esse exercício serve também para exercitarmos a elasticidade da musculatura abdominal para dentro e para fora.

Exercício para a ativação e expansão da musculatura diafragmática e intercostal.

Inspirar enchendo primeiramente a região abdominal e depois as costelas, lateralmente. Expirar primeiramente o ar do abdômen e depois na parte lateral das costelas. Fazer isso num movimento contínuo: Inspiração: parte baixa depois lateral; expiração: parte baixa e lateral.

Exercício para treinar a saída do ar com controle ( apoio)

Precisamos, no canto, dominar o tempo da entrada e da saída do ar. Precisamos dosar a saída do ar conforme o tamanho de uma frase musical e a inspiração também deve estar de acordo com o tempo hábil para fazê-lo entre uma frase e outra.

Inspirar abrindo as costelas e na expiração soltar o ar firmando o abdômen tentando não fechar as costelas. À medida que o ar vai acabando, aumentar a pressão da musculatura abdominal. ( esse exercício pode ser feito contando o tempo da saída do ar para ir aos poucos dominando maior tempo na saída. Ex: soltar o ar em dez tempos depois em quinze, vinte, etc). Podemos também acrescentar a este exercício o controle do tempo da entrada do ar, que muitas vezes deve ser rápida, dependendo da frase musical. Então, além de contar a entrada do ar, fazemos uma contagem para a inspiração e vamos a cada vez diminuindo o tempo para a inspiração.

Exercício para treinar a pressão da saída do ar.

Quando temos uma nota mais aguda de repente, ou precisamos fazer um som com uma intensidade mais forte, precisamos utilizar mais o apoio respiratório para não sobrecarregar as cordas vocais. Tomando como base o exercício anterior, vamos, na saída do ar, fazendo movimento abdominais com pressão alternada. Na saída do ar com um "sssss" prolongado, vamos fazer ora uma pressão no abdômen e ora diminuindo essa pressão. Isso num mesmo sopro, sem interrupção. Você vai observar que quando aumenta a pressão do abdômen aumenta a pressão do ar. Não esqueça de manter as costelas abertas.

Exercício para treinar a abertura das costelas:

Uma das formas para sentir a abertura lateral das costelas no canto é da seguinte maneira: Vá inspirando lentamente e ao mesmo tempo levantando os braços na lateral até que ele chegue à altura dos ombros. Mantenha alguns segundos a inspiração e observe que suas costelas estarão mais abertas na lateral. Solte o ar e tente manter as costelas abertas. Faça uma vez a expiração com os braços ainda na lateral e depois tente fazê-la soltando os braços mas mantendo as costelas abertas.

OBS: Cuidado para não tensionar os ombros enquanto faz o exercício e também cuidado para não direcionar o ar para a parte alta do pulmão.

Outro exercícios para sentir a abertura das costelas, mas na sua região costal faça o seguinte: sente na ponta de uma cadeira, deixe seu corpo cair todo para frente, inclusive sua cabeça. Inspire nesta posição e vai perceber que o ar se direciona para a lateral e para as costas.

Exercício para treinar a respiração na parte baixa do abdômen:

Muitas pessoas quando tentam fazer a respiração intercostal a fazem de forma muito "alta", ou seja, utilizando pouco os músculos abdominais. Existem diversas técnica de respiração. Acredito que se deve inspirar desde a base do abdômen abrindo em seguida as costelas. Em alguns momento ou para algumas pessoas torna-se difícil fazer a respiração mais baixa, principalmente para indivíduos com tendência a ansiedade e vida muito agitada. Aprendi através da yoga e outras técnicas corporais, que quando a respiração " não desce" e mantêm muito no tórax, a melhor maneira de fazê-la "abaixar" é através da contração e relaxamento dos músculos glúteos. Experimente expirar o ar lentamente e, ao mesmo tempo, fazer uma contração anal. Quando se encontrar sem ar relaxe o abdômen e vai perceber como a respiração se torna plena. Repita o exercício algumas vezes.
Exercícios de Respiração Diafragmática

- Soltar todo o ar. Inspirar conforme explicado acima, depois soltar o ar com um Sssss fraco, com uma pequena contração dos músculos glúteos e do períneo. O Sssss deve ser feito por dez segundos, e sem interrupção durante o ato. Aumente o tempo de dez segundos gradativamente.

- Inspire corretamente. Solte vários "s" curtos e separados um do outro. Para cada "s" a barriga "entra" quando o som sai, e "enche" quando você inspira para emitir o próximo "s".

- Inspire corretamente. Solte 4 "s", cada um durando 1 tempo e destacando um do outro, ou seja, na mesma expiração, faça 4 "s" curtos e separados. Ainda na mesma expiração, solte apenas 1 "s", em quatro tempos (conte até quatro). Repita várias vezes, aumentando a duração do último "s" para: 8 tempos, 12 tempos, 16 tempos, 20 tempos, etc, durante quantos tempos você agüentar.



EXERCÍCIOS DE TÉCNICA VOCAL

1º Exercício - O Golpe de Arco" do Cantor

Este 1º exercício tem o duplo objetivo de ensinar a encontrar e utilizar as ressonâncias faciais e a suster o som.


Cerre a boca observando sua posição natural de descanso, os dentes ligeiramente separados e o fundo da garganta livre e aberto.
Se você tem tendência a contrair, ensaie um "bocejo reprimido" no interior de sua boca fechada.
Aspire uma quantidade de ar médio e logo bloqueie.
Ataque à nota se golpe de glotis, com o som da consoante "m". Se isto lhe parece difícil, tente fazendo: "Hemm... "aspirando o "h".
Sustenha o som o quanto seja possível, porém termine antes de ficar sem ar, e em forma decrescente.
Acostume-se desde o princípio a efetuar bem o ataque e a terminação.
Para guardar muito tempo o ar e economizá-lo, envie-nos para cima, por detrás dos olhos, tendo a sensação de que o som sai por eles.
Sentirá, então, vibrações por detrás do nariz, podendo verificar se apoiar o polegar e o indicador sobre o osso do nariz.
Nem sempre se encontra logo a maneira de chegar a todos os ressonadores, porém, no transcurso da prática, se notará que a voz irá abrindo novos sítios de ressonâncias, exatamente como se abrem novas portas em uma casa.

2º) Exercício - Movimento da Língua e dos Lábios enquanto se mantém o Som

Este exercício se realiza murmurado as consoantes "M" e "N" sem vogais intercaladas.
Comece exatamente como o 1º exercício.
Depois, sem cortar o som, pronuncie a consoante "N" (sem o "e" final) entreabrindo os lábios e apoiando firmemente a língua contra o céu da boca.
A vibração interna é mais intensa que no 1º exercício, todavia, o som não de mudar sua colocação ao trocar a consoante. Deve ter-se a sensação de ir subindo continuamente. Pense em cada uma escada ou em uma pilha de pratos: cada consoante que pronuncie será um degrau dela, cada vez mais alto.
Temos que subir constantemente para não abaixar o som.

3º Exercício - A Colocação das Vogais

Agora que você sentiu as vibrações de seus ressonadores faciais e, em conseqüência, achou o lugar em que se colocar o som, trataremos de situar as vogais.
Emita o som MM...
Quando senti-lo bem colocado, abra a boca dizendo: Mma... Mme... Mmi...Mmo... Mmu... (francesa).
Os músculos do pescoço e dos maxilares, devem achar-se completamente distendidos e o interior da boca, aberto, como reprimindo um leve desejo de bocejar.
As vogais devem abrir-se no alto do zumbido Mm... como a flor sobre seu caule.
Estes primeiros exercícios estão destinados especialmente a suster o ar e buscar os ressonadores.
Os resultados com eles obtidos, assim como os que se ganharam os exercícios respiratórios, devem aplicar-se a todos os exercícios seguintes.

4º Exercício - Para Distender o Fundo da Garganta e Amansar a Língua

Este exercício tem por objetivo conseguir a distensão do fundo da garganta e evitar que se contraia a língua.
Pegue entre o polegar e o indicador a ponta da língua com um lenço limpo, naturalmente. Puxe-a para fora da boa. Abra uma boca bem grande. Realize o exercício sobre uma "e" bem aberta, muito suave e quase sem timbre.
Se ao subir na escala vocal a língua resiste e tem tendência a contrair-se na boca, não ceda, pois é justamente nos agudos quando mais se necessita ter a garganta livre. Neste exercício, não busque qualidade nem redondeza no som; só interessa a distensão.
É absolutamente indispensável segurar a língua com os dedos, pois do contrário, ainda que ela não volte a entrar na boca, poderá contrair-se mudando de forma.

Observação importante sobre os exercícios - "Tirando a língua", ou seja, na "emissão fisiológica"


Ao tirar a língua fora da boca, mantendo-a imóvel mediante dos dedos cobertos por um lenço, se imobilizam todos os músculos que governam, assim como os numerosos músculos da laringe e do pescoço.
Só as cordas vocais permanecem livres para produzir o som. É necessário advertir que todas as notas devem poder ser emitidas assim "fisiologicamente" (ou seja, em estado rústico e unicamente pela contração das cordas vocais), pois aquelas que necessitam outros músculos para a dita "emissão fisiológica" são sons artificiais que, não só fatigam a voz, sendo que jamais alcançaram a flexibilidade e a pureza dos sons naturais. (Estão fora desta regra alguns sons sobreagudos das sopranos ligeiras, que se emitem aproximando o véu do paladar à base da língua, no fundo da boca).
As cordas vocais, por si só, devem fazer um esforço de aproximação que constituem uma ginástica fortificante; nos agudos se sente como se a língua puxasse para dentro com todas as suas forças para ajudá-las.
Os exercícios que se fazem "tirando a língua" constituem uma grande ajuda para a reeducação das vozes cansadas. As vozes que perderam a facilidade na emissão pelo abuso de artifícios empregados para alcançar notas, as quais não podiam chegar, devido ao relaxamento e cansaço de suas cordas vocais.
Estes exercícios são também um remédio eficaz para as vozes que têm tendência a "cair": é como a afinação das cordas, que se ajustam à posição requerida para cada nota.
Quando o laringologista quer verificar o estado da voz de uma pessoa, a faz tirar a língua fora da boca para verificar por meio de seu espelho se as cordas vocais se juntam bem na emissão do som "e" em toda a extensão da voz.
Este é o critério para saber se as cordas vocais estão sãs. O emitente laringologista, Dr. Wicart, de Paris, fundamenta todo seu método vocal sobre esta emissão fisiológica na sua importante obra: "O Cantor".
Segundo sua opinião, o exercício com a língua para fora basta para desenvolver e manter a voz dos cantores.
Sem estar totalmente de acordo com ela, devemos reconhecer que a soma desses exercícios aos outros é sumamente eficaz para a reeducação das vozes estropiadas e para impedir a contração dos músculos ao impostar a voz.
Porém cuidado: neste, como no todo, a língua pode ser a melhor ou a pior das coisas; temos que saber utilizá-la com conhecimento de causa.

5º Exercício - Para Abertura da Boca

Este quinto exercício se realiza sobre "u" introduzindo entre os dentes os dois dedos, indicador e médio, um em cima do outro. Os dentes não devem mordê-los e sim tocá-los ligeiramente; os lábios, ao contrário, devem apertá-los com firmeza.
Deve-se ter a impressão de que o som "u" está colocado sobre os dedos, bem adiante, perto dos lábios.
Abra mais a boca ao subir, separando os dedos em forma de forquilha. No agudo deve haver lugar para três dedos... sempre que não sejam demasiadamente grossos.
O interior da boca deve permanecer sempre completamente aberto, na posição de bocejo.

6º Exercício - O Bocejo

Adota-se decididamente a posição de um bocejo bem grande com a boca aberta e levantando o véu do paladar. (Isto provoca um verdadeiro bocejo, mas temos que reprimi-lo ou evitá-lo).
Não deve haver rigidez nem contração; pense no bocejo de um bebê ou de um gatinho.
Efetue o seguinte exercício sobre "a" ou "an" francês, atacando as notas por cima do bocejo, atrás do nariz.
Coloque bem a primeira nota e trate logo de não variar de lugar.
Ascenda cromaticamente até o extremo mais agudo da voz. Este exercício, devido a total abertura da garganta que provoca, é o que permitirá alcançar melhor as notas mais altas.
Importante: A coluna de ar ascende à medida que as notas são mais altas, mediante a elevação do diafragma produzida ao contrair o ventre, elástica e progressivamente.
Nos sons sobreagudos, este movimento se acentua, a boca se abre ao máximo, o véu do paladar se levanta cada vez mais, esboçando-se a atitude do vômito.

7º Exercício - Ressonadores, Articulação, Legato

Este exercício se realiza sobre "ling", "lul" ("u" francesa) e "ble".
Ling: pronuncia um "L" bem firme e logo o "I", tendo a sensação de colocá-la contra o paladar, mandando-a para frente. Tudo isso sempre em um ligeiro bocejo.
Sobre a segunda nota diga "ing", passando rapidamente sobre o "I", para fazer a voz vibrar em "NG", bem perto do nariz.
O intervalo de 3ª que separa as duas notas, exige uma ligeira distensão da mandíbula.
Não se deve pronunciar "E" entre os dois "ling" (segunda e terceira notas), e sim, parar sobre a vibração "NG" até a emissão da sílaba seguinte.
Sobre a terceira nota diga "lin" sem demorar-se em "li", e sim, mandando em seguida, a vibração "NG" até o nariz (ressonadores).
As quatro últimas notas se cantam do mesmo modo, tendo o cuidado de não deixar baixar a voz nos terceiros descendentes: ao catá-las, deve-se ter a sensação de subir.
Lul: ("U" francesa), pronuncie como antes, um "L" bem enérgico. O "U" deve colocar-se bem à flor dos lábios.
Faça vibrar a 2ª nota sobre o "L" final de "ul", mantendo a língua firmemente apoiada contra o paladar (com a garganta bem aberta).
Esta vibração sobre o "L" é muito pura, porque todo o ar se concentra no som pelo movimento de língua.
Sobre a terceira anota do exercício cante "lul" passando rapidamente pelo "U", para fazer vibrar o "L".
Ao descer, siga as mesmas indicações que para "ling". É difícil pronunciar "ling" e "lul" senão na "tessitura" da própria voz. Quando, ao subir, comece a sentir alguma dificuldade, troque as sílabas por "ble" dobrando as consoantes.
Legato: Durante todo o 7º exercício, se tratará de ligar o máximo possível as notas, sem fazer "portamento", ou seja, sem deslizar a voz de uma nota para outra, passando por sons intermediários. Temos que cuidar igualmente da articulação para que não rompa a continuidade do som, o que quebraria a linha melódica.

8º Exercício - A Grande Escala

A escala grande é, dito pelos grandes cantores, "o exercício mais necessário para todas as vozes".
Tome bem o ar e bloqueie-no, pois essa escala exige um perfeito controle do mesmo.
Deve-se cantar sobre "U-I".
Por meio da pronúncia correta de "U", se consegue abrir bem a garganta e o interior da boca. Imediatamente se passará para o "I" sobre a mesma nota, tendo a sensação de que está colocada muito mais alta que o "U", como se fosse sair por entre os olhos.
Mantendo firmemente a nota e o "I" se prepara a subida até a nota seguinte sobre "U". Essa passagem de uma nota à outra, deverá ser flexível, como o movimento que fazemos ao caminhar, quando apoiamos primeiramente um pé e o levantamos logo, com naturalidade.
Quase sempre, no princípio, os alunos não conseguem subir com soltura mantendo bem aberto o fundo da garganta. Nesse caso, podem pronunciar "A-U-I" não cortando nem deixando escapar o som.
Como cada nota deve ser mantida durante um bom tempo, acontece quase sempre de terminar o ar antes da quarta nota.
Para que isso não aconteça, é recomendado que se economize o ar como se tivessem que cantar uma nota a mais.
Este truque sempre dá bom resultado e a última nota sai tão firme como as anteriores.
Deve-se terminar sempre decrescendo.
Na descida, como sempre, "temos que subir".
Ao atacar o primeiro "do" imagine ter uma laranja dentro da boca e outra no funda da garganta, por sobre as quais deve passar o "A-U-I".
Quando a escala desce, o "I" que havia deformado um pouco no agudo, pelo bocejo, deve tornar-se cada vez mais "I", mais clara, como mordendo-a.
A Escala Grande deve ser cantada em toda a extensão da voz, subindo cada vez mais, cromaticamente.
No agudo, se tem a sensação de que a garganta está exageradamente aberta, para caber melhor o som. quando os sons estão bem colocados as vibrações são tão fortes no agudo, que não é raro alguns ficarem aturdidos.
A coluna de ar deve suster com firmeza o ar e seguí-lo em sua subida, elevando o diagrama )do que se consegue contraindo progressivamente o ventre).
Há outro modo de suster o som com o ar nas subidas fortes que é, ao contrário, empurrando todos os músculos para baixo. Este recurso dá muito resultado, principalmente para os homens e nos têm voz grave, em geral. Assim sempre se consegue grande firmeza e potência, mas não tanta flexibilidade nem altura de voz como a primeira maneira.
A primeira é adotada pelo método italiano, ao passo que a última se presta muito ao canto wagneriano.

9º e 10º Exercícios - soltura da Mandíbula Inferior

Diga "da...a", "da...a", três vezes sobre a mesma nota, abaixando energicamente o queixo ao dizer "da" e subindo no "e".
A língua, depois de haver encostado no paladar para pronunciar o "d", volta rapidamente à sua posição inicial e se tem a sensação de que é ela quem empurra a mandíbula para baixo.
Colocando os dedos na frente das orelhas, pode-se seguir o movimento de abertura das juntas da mandíbula.
Repita o mesmo sobre: "za", "za", "za", "za", "za".
Abra bem a boca, nas segundas, terceiras e quartas notas que são agudas.
A última, grave, deve colocar-se no alto, próxima a sua oitava superior.

11º Exercício - Concentração do Ar no Som

Se realiza sobre "DDU" ("U" francesa).
Duplique o "D", para poder enviar o "U" bem adiante, entre os lábios. quando a vogal está colocada bem adiante, o som ressoa na parte anterior da boca.
Pode-se imaginar que canta em um globinho colocado ente os lábios, na frente dos dentes. Sobretudo não sopre ao cantar o "U": levante uma parede imaginária na frente do seu ar, ou que precisa reter um cavalo muito veloz com as rédeas.
Todo o ar deve converter-se em som.
Isto pode se controlar por meio de uma vela acesa: coloque-a diante da boca, a dez centímetros de distância, no máximo. Sua chama não deve oscilar enquanto você canta.
Se o exercício está bem feito, todo ar fica no som para enriquecê-lo.
Este exercício deve ser feito subindo cromaticamente na extensão da tessitura.
Quando se chega ao alto médio, o globinho se desloca para o centro da boca.

12º Exercício - Condução dos Sons Graves aos Ressonadores

Temos dito que por mais graves que sejam os sons, devem recorrer sempre aos ressonadores faciais para serem enriquecidos com seus hormônios e assegurar a homogeneidade da voz.
Por meio deste exercício, se encontrarão muito facilmente os ressonadores faciais nos sons graves. Se comprovará, ademais que não é necessário buscar as ressonâncias do peito nas partes graves: elas surgem por si, deverá se ter o cuidado de não apoiá-las ali, pois os sons graves têm seu ponto de apoio no mesmo lugar que os outros sons.
Aspire fortemente o "H".
Passe rapidamente pelas vogais, para fazer vibrar a nota no duplo "N", com a língua apoiada firmemente contra o paladar.
Se o exercício está bem realizado, é impossível não encontrar as ressonâncias faciais, ainda que para as notas mais graves da voz.

13º Exercício - Preparação para os "Pianos"

Começa-se por pronunciar o "I" bem na frente, justamente atrás dos incisivos superiores, um "I" penetrante, com a boca aberta ao máximo e como querendo morder o som.
Depois, trata-se de chegar à vogal "U" francesa, fazendo dela um som pleno, puro, etéreo, suave, estável e tão tranqüilo como se pudesse ser mantido quase indefinidamente.
Para conseguir "I", entre o primeiro "I" e "U", o interior da boca se estira para cima; os lábios se adianta para pronunciar o "U", e se tem a impressão que ela dá uma volta até o fundo da boca, indo ressoar no alto por detrás dos olhos, com uma pureza surpreendente: é um som de flauta em uma catedral; sua calma e sua firmeza se mantém por um fio de ar.
Realizando bem este exercício, chega-se a adquirir a ciência dos "pianos" mais tênues, mais puros e mais estáveis. Poder-se-á sustentar as notas indefinidamente, chegando inclusive a esquecer que se canta.
É por meio deste exercício, e partido deste "pianíssimo" que se deve iniciar o estudo dos sons "filados". Aumenta-se lenta e progressivamente a intensidade deste som admiravelmente colocado. Como sempre, no som mantido, deve-se continuar apontando-o para o alto e repetindo-se mentalmente a vogal.
Estando esse som muito bem colocado, o ar não escapa e poder-se-á conservá-lo facilmente para o "diminuindo" que deverá ser também lento e progressivamente.
Isto tudo será mais fácil exemplificando e explicando oralmente.

14º Exercício - Sons Picados

Um som picado é um som atacado como qualquer outro, ou seja, nitidamente.
O que faz dele um som "picado" é a grande rapidez que o cortamos, como se o queimássemos.
Sobretudo, este corte deve ser muito nítido, e o ar não deve transbordar nem durante sua realização, nem depois da mesma.
Os sons picados podem ser comparados às bolas lançadas por uma raquete contra o tabique (imaginário) colocado atrás do nariz que seria como um muro contra o qual se exercitam os tenistas.

15º Exercício - Os Intervalos

Os intervalos deverão ser trabalhados primeiramente do agudo ao grave e, logo depois, do grave ao agudo. Tomemos, por exemplo, a quinta. para uma voz não trabalhada, poderia parecer difícil executar sem mudar o luar de colocação da voz e... cuidado com os registros. Mas pode-se vencer esta dificuldade começando pela nota mais alta e trazendo bem perto dela a nota grave, tendo a impressão de que se canta uma mais alta que a anterior e, deste modo, não se alterará a homogeneidade vocal.
Uma vez colocada bem alto a nota grave, cante imediatamente a quinta ascendente.
Deve-se trabalhar no mesmo modo todos os intervalos até chegar a se acostumar a tornar sempre a nota grave ao lado da aguda cada vez que se canta um intervalo relativamente grande.

16º Exercício - Escalas Descendentes e Oitavas

Se realiza sobre o "E" com a boca meio aberta (dois dedos de altura). Fixe bem o "do". Mantenha-o firmemente em seu lugar, cuidando que tudo permaneça imóvel no interior da boca (condições essencial nos sons mantidos).
Nesta posição bucal, "suba" a escala descendente, fazendo todas as notas chegarem ao mesmo lugar de ressonância: é como se as notas fossem, nessa subida, à procura do "do".
Só para as últimas notas graves, a boca poderá voltar a fechar-se imperceptivelmente, enquanto a voz, e o "E" se aclaram.
Deste modo, no "do" grave, permanecerá muito perto do primeiro e se pode voltar a cantar a oitava, sem nenhuma dificuldade, com a maior homogeneidade, baixando ligeiramente o queixo.
Este exercício deve ser praticado em toda a extensão da voz. À medida que se sobe, deverá abrir-se cada vez mais a boca e a garganta para atacar a primeira nota.
Nas escalas descendentes deve-se acentuar ligeiramente a segunda nota, cuja precisão assegura a das notas seguintes.

17º Exercício - O Trinado

O trinado é o único exercício vocal que se efetua realmente na garganta, por meio de uma sacudida mecânica da laringe. Isto se pode comprovar, apoiando os dedos contra o pescoço, na altura da Maçã de Adão (ou seja, a laringe).
Começamos a trabalhar o trinado sobre a terça. Depois sobre a segunda (trinado propriamente dito).
A fusa provoca uma sacudida da laringe. Esta sacudida, ao repetir-se, se transforma em uma oscilação regular que não é outra coisa senão o trinado.
Certas vozes podem cantar o trinado com muita facilidade, enquanto outras devem exercitar muito antes de poder fazê-lo.
Os italianos antigos exercitam o trinado repetindo muito rapidamente a mesma nota sobre a letra "I
Antes de usar a voz, é necessário aquecê-la.

A voz nada mais é que o resultado de um trabalho sincronizado de músculos; o aquecimento destes músculos, aumentam a irrigação sangüínea, tornando-os flexíveis e menos suscetíveis a lesões. Assim você prepara a voz para uma utilização mais intensa, sem se machucar.

Depois de usá-la, é importante desaquecê-la.

Desaquecer a voz, nada mais é que trazê-la novamente à forma muscular utilizada na FALA. Se não fizermos isso depois de cantar, continuaremos utilizando uma forma muscular do canto, mesmo que só falando e isso causa um desgaste da voz; a voz fica "descolocada".

Para o desaquecimento, é indicado:

#1. Vibração de lábio em duração, emitindo o som "Brrrrrrrrrrrrrrrrrr...", pouco volume, pouca projeção e em uma afinação bem grave (som basal);

#2. Vibração de língua em duração, emitindo o som "Trrrrrrrrrrrrrrrrrr...", tbm com pouco volume, pouca projeção e em som basal;

Obs: não precisa exagerar na duração, não precisa chegar no limite do seu fôlego!!!!

#3. Bocejo e beba água em temperatura ambiente: o movimento da deglutição(engolir) e do bocejo, relaxam a musculatura da Laringe;



#4. Mantenha a voz em repouso por uns 20 minutos sem falar.

Pronto! A voz estará desaquecida!

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