Xi congresso nacional de meio ambiente de poços de caldas 21 a 23 de maio de 2014 – poços de caldas – minas gerais cultivo de hortaliças em pequenas áreas urbanas



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XI CONGRESSO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE DE POÇOS DE CALDAS

21 A 23 DE MAIO DE 2014 – POÇOS DE CALDAS – MINAS GERAIS


CULTIVO DE HORTALIÇAS EM PEQUENAS ÁREAS URBANAS
Mauro Barbieri(1); Marisa Donizetti Passos Barbieri(2); Ligiane Aparecida Florentino(3)
(1)Acadêmico do Curso de Mestrado em Ciência Animal da Universidade José do Rosário Vellano Unifenas - Rodovia MG 179, km 0 Campus Universitário, Alfenas, MG – Brasil. CEP: 37130000 - barbieri6@yahoo.com.br; (2) Graduada em Ciências Biológicas Instituto Federal Sul de Minas Campus Muzambinho - Estrada de Muzambinho, Km 35 – Bairro Morro Preto – Cx. Postal 2 – Brasil - CEP: 37890-000 - marisadpbarbieri2008@hotmail.com; (3) Professora doutora da Universidade José do Rosário Vellano Unifenas. Rodovia MG 179, km 0 Campus Universitário, Alfenas, MG – Brasil. CEP: 37130000. ligianeflorentino@gmail.com.

RESUMO – Com o êxodo rural houve um aumento da população urbana, reduzindo cada vez mais a área de moradia das pessoas, dificultando sua alimentação devido ao aumento do desemprego. Este trabalho tem como objetivo verificar o potencial em cultivar hortaliças e ervas medicinais utilizando água reciclada da chuva e composto orgânico em quintais de tamanho reduzido. Foi instalada uma horta no sistema de prateleira utilizando bambu gigante que é de fácil acesso na região, podendo ser utilizado outros materiais como pneus, canos ou garrafas pet. Neste sistema um bambu gigante foi cortado em quatro pedaços, dos quais três foram utilizados para a instalação de uma prateleira, no qual foi aberta uma fenda na sua superfície. Os mesmos foram preenchidos com substrato para posterior plantio de hortaliças e ervas- medicinais. Neste trabalho foi montado um sistema de coleta de água da chuva para ser utilizada na irrigação e limpeza de quintais. Para produção de matéria orgânica foram adquiridos coelhos que podem ser alimentados com ração balanceada e sobras de hortaliças. Para a decomposição da matéria orgânica foi utilizada uma composteira que produz substrato a partir das fezes dos coelhos, restos de hortaliças e materiais biodegradáveis da residência, diminuindo a quantidade de resíduo produzido. O projeto teve início com a montagem da prateleira dia 09 (nove) de fevereiro de 2014 e início do plantio de hortaliças e ervas medicinais no dia 16 (dezesseis) do mesmo mês. Com as visualizações realizadas até o momento constata-se que as plantas estão em pleno desenvolvimento, concluindo seu ciclo normalmente.




Palavras-chave: Sustentabilidade. Alimentação. Reciclagem. Bem-estar.
Introdução

De acordo com os autores Caporal e Costabeber (2003), o aumento da produtividade de algumas culturas ocorreu, principalmente, devido ao uso abusivo dos recursos naturais e agroquímicos, característica do sistema convencional de cultivo causando desta forma, forte agressão ao ambiente e comprometendo a sua sustentabilidade a longo prazo. Concomitante a esse problema deparamo-nos também com o êxodo rural que superlotou as cidades, excedendo mão-de-obra e diminuindo o poder aquisitivo da população. E segundo os autores Maia e Maluf (2003), estas pessoas retêm antigas práticas provenientes de suas origens rurais, favorecendo e mantendo a necessidade de voltar aos seus princípios em trabalhar com o solo. No entanto, as cidades não comportam tal aumento da população retraindo cada vez mais as áreas urbanas como quintais e terrenos, dificultando o plantio de culturas de fácil cultivo como hortaliças e ervas medicinais aliado a baixa qualidade das terras (MONTEIRO E MENDONÇA 2004) ressaltando ainda que devido a restrição em área os quintais domésticos representam verdadeiros redutos para a prática de produção alimentar ainda bastante presente nos costumes culturais dessas populações.

No entanto os mesmos autores Maia e Maluf (2003) relatam que esta situação favorece que as famílias mais necessitadas mobilizem sua inteligência no sentido de desenvolver novas estratégias de sobrevivência.

Todos estes problemas geram um desequilíbrio alimentar na população menos priorizada, devido à dificuldade de cultivar uma horta residencial onde são obtidas verduras e legumes. Diminuindo seu custo com alimentação. Também com a possibilidade de obter alimento saudável sem uso de agrotóxicos. Os autores Correa e Panachuki relataram que o risco de doenças crônicas não transmissíveis como as cardiovasculares e alguns tipos de câncer aumentarem, devido ao consumo insuficiente de hortaliças. Este consumo está próximo de 400 g por dia correspondendo a 7% a 8% do valor calórico de uma dieta de 2.200 kcal/dia ( JAIME et al., 2007).

É importante considerar ainda que neste novo sistema de cultivo pode ser realizada a reciclagem de água e de resíduos sólidos gerados nas residências, diminuindo a quantidade de lixo a ser coletado e transportado, os quais poderão ser utilizados na fertilização do solo que será utilizado para plantio, e ainda como terapia para pessoas como fonte de escape contra estresses.

A maior parte da população brasileira está vivendo nas cidades, e de acordo com o autor Jacob (2003), a crescente degradação das condições de vida, reflete uma crise ambiental tornando necessária uma reflexão acerca dos desafios para mudar as formas de pensar e agir em relação à questão ambiental no cenário contemporâneo. Leff (2001) ressalta que sem uma mudança radical nos sistemas de conhecimento dos valores e dos comportamentos gerados pela dinâmica de racionalidade existente no qual foi fundada no aspecto econômico do desenvolvimento, torna-se impossível a resolução dos crescentes e complexos problemas ambientais.

A educação ambiental iniciou em 1977, a partir da Conferência Internacional sobre Educação Ambiental realizada em Tsibilisi (EUA), e de acordo com Jacob (2003) esse campo educativo tem possibilitado a realização de experiências concretas de educação ambiental por diversos segmentos da população de forma criativa e inovadora.

Para Hoffmann (1995) considera-se que há segurança alimentar para uma população se todas as pessoas dessa população terem, permanentemente, acesso a alimentos suficientes para uma vida ativa e saudável. Nas economias mercantilistas, em geral, e particularmente na economia brasileira, o acesso diário aos alimentos depende, essencialmente, do poder aquisitivo do indivíduo, isto é, dispor de renda para comprar os alimentos. Uma parcela substancial da população brasileira tem rendimentos tão baixos que a coloca em uma situação de insegurança alimentar. Para Belik ( 2003 ), o conceito de segurança alimentar leva em conta três aspectos básicos: quantidade, qualidade e regularidade no acesso aos alimentos. Acrescenta ainda que o Brasil não tem problemas na oferta de alimentos, no entanto, 46 milhões de indivíduos não têm acesso a quantidades alimentares recomendadas e em quantidade e regularidade necessária.

HESPANHOL (2002), menciona que a Agenda 21 (1994) dedicou importância especial ao reuso, recomendando aos países participantes da ECO, à implementação de políticas de gestão dirigidas para o uso e reciclagem de efluentes, integrando proteção à saúde pública de grupos de risco, com práticas ambientais adequadas. Ressalta ainda que a escassez de água não está ligada exclusivamente às regiões áridas e semi-áridas mas também a regiões com recursos hídricos abundantes, porém, incapazes de satisfazer demandas elevadas proporcionando conflitos de uso como restrições de consumo, afetando o desenvolvimento econômico e qualidade de vida.

Atualmente a agricultura depende de um nível de água que a sustentabilidade da produção de alimentos não poderá ser mantida Hespanhol (2002), assim o desenvolvimento de novas fontes de suprimento e a gestão adequada dos recursos hídricos convencionais são imprescindíveis.

Silva (2000) cita que a produção de lixo em algumas cidades tem crescido mais rápido que o índice de crescimento populacional, chegando a produção de 600 gramas por dia cada pessoa adulta. O autor Pereira Neto (1995) menciona que em municípios menores, entre 3.000 e 15.000 habitantes produzem lixo sólido que apresentam alto teor de matéria orgânica cerca de 50% a 70% e considerável percentual de material reciclável (8% a 15%), daí a vantagem de realizar a reciclagem do lixo orgânico.

De acordo com Teixeira et al. (2000), a transformação do lixo orgânico urbano em composto orgânico uniforme pode ser utilizado na produção de alimentos, principalmente na agricultura familiar, e é uma alternativa viável através do processo de compostagem. Mencionando ainda que técnicas desenvolvidas para a compostagem além de solucionar os problemas econômicos e ecológicos causados pelo acúmulo de lixo urbano resultam na produção de matéria orgânica pronta para ser utilizada na agricultura.

Diante das dificuldades encontradas pela população em relação à restrição de espaço para cultivo em suas residências, este trabalho tem como principal objetivo adequar pequenos espaços residenciais de forma a serem cultivados, produzindo assim alimento saudável e reciclando água da chuva e resíduos sólidos gerados nas próprias residências.
Material e Métodos

O presente trabalho possui um ciclo completo de reciclagem, pois irá aproveitar pequenas áreas, podendo plantar hortaliças, condimentos e flores. A água utilizada para irrigação será coletada da chuva, será reciclado restos vegetais e materiais biodegradáveis em composteira apropriada de pequeno porte, para adubação das plantas. Também a utilização de coelhos que além de servir como animal de estimação se alimentará dos restos vegetais em excesso, produzirão matéria orgânica para as plantas e servirão para consumo ou geração de renda com venda de filhotes.

O experimento está sendo realizado em uma residência urbana situada no município de Muzambinho MG. O local selecionado para tal experimento possui corredores laterais onde foi montada uma horta suspensa confeccionada com bambu, podendo também ser utilizados pneus, canos, madeira ou outro material acessível no local, esta foi construída em forma de prateleira com três andares. Para o preenchimento destes bambus foi utilizado solo com adubo orgânico, podendo também fazer uso de substrato misturado ao solo, este adquirido em casas comerciais.

A matéria orgânica utilizada para o plantio de hortaliças pode ser obtido a partir da compostagem de resíduos sólidos como cascas de frutas, restos de comida, resíduos gerados pelas próprias plantas cultivadas, papel e embalagens biodegradáveis e também por material produzido por uma pequena criação de coelhos.



Instalação da horta

Para a instalação desta horta foram utilizados doze parafusos 3/8 com dez cm de comprimento, quatro caibros de um metro e meio de comprimento e um bambu gigante com diâmetro interno variando entre 10 cm e 14 cm. O bambu foi cortado em quatro pedaços de três metros e meio de comprimento, destes, três foram utilizados para a construção da horta no sistema de prateleira, e o quarto pedaço também foi utilizado para plantio, porém fora da prateleira. Estes pedaços de bambu foram serrados na parte superior longitudinalmente de forma a retirar uma fatia onde pudesse preencher o mesmo com substrato. Em seguida foram feitos furos na parte inferior afim de que o excesso de água seja drenado.

Os caibros foram perfurados nas alturas de 20, 85 e 125 cm; os quais foram fixados os pedaços de bambus com os parafusos formando uma horta suspensa com três prateleiras.

A montagem da prateleira teve início no dia 9 (nove) de fevereiro de dois mil e quatorze com plantio das hortaliças como alface (Lactuca sativa), cebolinha (Allium fistulosum), couve manteiga (Brassica oleracea), nabo (Brassica Napus L), rabanete (Raphanus sativus) e por último salsinha (Petrosolium sativum) e beterraba (Beta vulgaris esculenta) no dia 16 (dezesseis) do mesmo mês. Foram plantadas ervas medicinais como hortelã (Mentha spicata), folha santa (Bryophyllum calycinum), bálsamo (Cotyledon orbiculata L.) e malva (Malva sylvestris L).



Reciclagem da matéria orgânica

Para a reciclagem dos resíduos sólidos foi utilizada a composteira citada por Viggiano (2010) que consiste em um tambor plástico com uma câmara fechada, aerada, com possibilidade de coleta do chorume e facilidade de colocação e retirada do composto. Para manuseio de qualquer composteira é necessário um treinamento

para melhor manejá-la.





Escolha dos animais utilizados

Os animais escolhidos para tal experimento foram coelhos por possuírem diversas características como: docilidade, pequeno porte e serem domesticados, não emitem ruídos nem odores desagradáveis, podem ser alimentado com restos vegetais e ração balanceada. Suas fezes possuem formato arredondado e firmes, não sujando o chão ao seu contato, facilitando assim, seu manejo. Sua principal característica é que, além de contribuir comendo restos vegetais e produzindo matéria orgânica para a composteira um coelho fica pronto para abate em torno de 90 dias de idade conforme recomendam Oliveira e Lui (2006), produzindo carne que pode ser consumida ou vendida e também venda de filhotes gerando renda.





Água para irrigação

Para coleta da água para irrigação foi obtida uma caixa d´água com mil litros de capacidade. Esta por sua vez ligada a uma calha que canaliza água de um telhado de 60 m2.

A cidade de Muzambinho possui uma precipitação anual média de 1.605 mm segundo os autores (APARECIDO e SOUZA, 2013). Se multiplicarmos 1.605 mm por 60 m2 de telhado terá uma captação média de água anual de 96.300 m3, dividindo por 365 dias serão coletados 263,8 litros de água por dia. Esta água coletada pode ser utilizada tanto para complemento na irrigação das plantas como também para lavar quintais e passeio.

Plantas a serem cultivadas

A escolha do material a ser cultivado é muito importante dando preferência a culturas que não possuam tubérculos grandes como mandioca, batatinha e cará. Podendo variar de acordo com a necessidade e gosto do ator em questão cultivando verduras, legumes, condimentos, flores e ervas-medicinais.

A base do substrato a ser utilizado pode ser tanto terra misturada à matéria orgânica ou folhas decompostas como também substrato adquirido em casas agropecuárias do ramo.
Resultados e Discussão


Este projeto visa principalmente contribuir com a reciclagem de restos orgânicos, coleta de água da chuva e com a alimentação para famílias, e até mesmo servindo como ornamentação para plantio de flores.

Após a montagem da horta, foi instalado um sombrite sobre a prateleira para evitar insolação direta nas plantas evitando queimaduras. Os bambus foram preenchidos com composto misturado ao solo na proporção de 1:4. Os doze metros lineares da horta foram divididos da seguinte forma: três metros com mudas de alface num total de 20 pés; uma cova de pepino na parte superior, ficando as ramas dependuradas; dois metros e meio com cebolinha de cheiro; meio metro com hortelã; um metro com couve manteiga; dois metros com beterraba e salsinha; um metro e meio com rabanete e um metro e meio com nabo.

O sistema de prateleira ocupou uma área de 0,25 x 3,30 metros, ocupando uma área de 0,83 m2. O reservatório, gaiola para os animais e composteira uma área de 1,90m2, somando uma área total de 3,02 m2.

As hortaliças podem ser escalonadas de forma a produzir todo o ano intercalando a prateleira e o tipo de verdura e legumes a ser plantado.







Conclusões

Durante a condução da horta urbana constatou-se que pode ser realizado o plantio de hortaliças, utilização da água da chuva para irrigação e a compostagem de restos orgânicos produzidos pela criação de coelhos, restos vegetais e materiais biodegradáveis residenciais para serem utilizados como matéria orgânica.


Referências Bibliográficas

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